sábado, 6 de janeiro de 2018

Você é resiliente? Conheça as 9 atitudes das pessoas altamente resilientes

Resiliência é um conceito emprestado da física que significa a capacidade do indivíduo em lidar com situações adversas, superar pressões, obstáculos e problemas, e reagir positivamente a eles sem entrar em conflito psicológico ou emocional.

Todos nós, de tempos em tempos, somos testados na nossa habilidade de adaptação, isto é, na nossa capacidade de resiliência. O principal objetivo da resiliência não é restaurar o passado, mas propiciar condições de dar um salto para frente. É a habilidade de manter o seu propósito enquanto você se adapta a novos métodos e procedimentos.

Diz um velho ditado que não podemos controlar os ventos que sopram no nosso barco, mas podemos ajustar as velas para chegarmos ao nosso destino. É exatamente o que faz a pessoa resiliente: ajusta as velas para chegar ao objetivo, adaptando-se e agindo com flexibilidade diante da conjuntura adversa. Resiliência é um dos sinais do verdadeiro líder, capaz de enfrentar e suplantar crises, problemas, obstáculos e adversidades com serenidade em situações de estresse.

Veja quais são as 9 características das pessoas altamente resilientes:

1. Elas têm grande capacidade de adaptação.

Pessoas resilientes são flexíveis tanto mental quanto emocionalmente. Sentem-se muito confortáveis em utilizar qualidades e comportamentos aparentemente opostos. São indivíduos que têm facilidade em ser ao mesmo tempo lógicos e intuitivos, sérios e brincalhões, calmos e entusiasmados, fortes e gentis. 

2. Elas esperam que as coisas sempre terminem bem.

São pessoas dotadas de profundo otimismo alicerçado em fortes valores internos. Têm grande tolerância às incertezas e ambiguidades. Conseguem trazer estabilidade em situações críticas ou caóticas. Costumam perguntar: “O que posso fazer para que as coisas terminem bem para todos nós?” 

3. Elas criam emoções positivas em épocas de crise.

Conseguem mergulhar em situações que para outros são estressantes, porque aprendem ótimas lições de situações negativas. Transformam infortúnios e desgraças em coisas boas e se fortalecem com a adversidade. Costumam perguntar: “Como posso modificar isso? Por que foi bom que essa situação negativa acontecesse?” 

4. Elas aprendem continuamente com a experiência de vida.

Pessoas resilientes assimilam rapidamente experiências novas ou inesperadas e agregam facilmente essas mudanças às suas vidas. Elas perguntam: “Qual a lição por trás dessa experiência?” Mesmo em meio à crise elas riem e experimentam emoções positivas. Esse comportamento emocional ajuda a liberar a oxitocina e as endorfinas, substâncias preciosas que auxiliam a enfrentar situações de grande pressão. 

5. Elas sabem se defender.

Quando confrontadas com ataques e manobras mal-intencionadas elas evitam e boqueiam essas ações, sabem respondê-las buscando também apoio, aliados e recursos adequados para o enfrentamento. 

6. Elas têm uma sólida  autoestima.

A autoestima é como você enxerga a si mesmo e determina o quanto você aprende quando algo deu errado. A autoestima faz com que você respeite a si mesmo e aos outros, e saiba aceitar críticas sem ressentimentos, bem como elogios e cumprimentos, sem se ensoberbecer ou tornar-se arrogante.

7. Elas tem amizades e relacionamentos saudáveis.

Existem inúmeras pesquisas mostrando que o apoio social é essencial para a resiliência. Mesmo que você seja introvertido, se você tiver uma pessoa de confiança com quem possa conversar sobre sua situação, isso pode ser extremamente útil. Pessoas solitárias estão mais sujeitas a condições de estresse. Falar com amigos, familiares ou mentores diminui o impacto das adversidades e aumenta o sentimento de autoestima e autoconfiança.

8. Elas são criativas e intuitivas.

São indivíduos que analisam os problemas e dificuldades sob vários ângulos e descobrem várias soluções diferentes para eles. Sabem e reconhecem a importância da intuição como fonte de dicas e orientações. Procuram constantemente desenvolver a criatividade expandindo, assim, a inventividade e a busca de novos horizontes profissionais.

Por: Ernesto Berg

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Será que menos é mais?

A constante necessidade de estarmos sempre atentos, atualizados, cientes dos fatos que acontecem ao nosso redor e pelo mundo, faz com que haja um elevado consumo diário de nossas horas.

Horas que no passado utilizávamos com lazer ou ócio, hoje desaparecem em meio ao turbilhão de compromissos. Multiplicar o nosso tempo para que consigamos vencer tudo que precisamos ou desejamos é o nosso maior desafio.

Satisfazer a expectativa pessoal, familiar e do mercado, cada dia é mais difícil e estressante.

Nos dias que ficamos com momentos livres na agenda e até mesmo com disponibilidade de praticar o moderno “nadismo”, temos a sensação de estar cometendo um erro ou até mesmo desperdiçando algo muito precioso: o nosso próprio tempo.

Tenho a nítida impressão de que esta rotina caótica, fez com que sintamos a necessidade de estar constantemente correndo e buscando chegar rapidamente a um destino que desconhecemos.

Somos escravos de um modelo que criamos e alimentamos.

A intensidade da vida e todas as oportunidades que a tecnologia e o mundo moderno nos ofertam, fazem com que queiramos encurtar distâncias e aumentar exponencialmente nossas experiências.

Conversar de maneira presencial, ler livros, assistir uma peça de teatro, caminhar pela praia e uma série de outras atividades, passaram a ser monótonas e pouco emocionantes.

As diferentes metodologias e formatos de comunicação e interação trouxeram novas necessidades e consequentemente também consomem o nosso tempo. Precisamos dedicar horas nas redes sociais para interagir com muitos amigos fictícios e até mesmo alguns estranhos.

Caprichamos nas produções de selfies em locais inusitados e glamurosos. Registramos onde e com quem estamos, o que comemos e as nossas emoções. Vivemos uma nova era, uma era de ficção, recheada de pessoas pseudos saudáveis, atletas, gênios, populares e descoladas. Todo este novo modelo de vida perfeita e/ou ideal, força com que estejamos disponíveis para suprir as necessidades desta persona que criamos.

Talvez esteja na hora de pararmos para pensar e rever nossas rotinas. Não tenho dúvidas de que o ritmo de hoje é outro e que se faz necessário agilidade, flexibilidade e até mesmo intensidade. Mas, cada vez mais passo a flertar com a ideia de repensar o modelo e segurar um pouco o ritmo.

Buscar a excelência é a nossa obrigação, mas precisamos distribuir o tempo de maneira assertiva para que tenhamos uma vida saudável e equilibrada. O simples ato de questionar e refletir sobre nossa forma de agir e viver, pode ser o início de uma nova e segura fase.

Por: Roberto Vilela

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domingo, 10 de setembro de 2017

O hábito destrutivo de avaliar tudo o que fazemos

Você vai vivendo o dia e parece que tudo é como uma crítica de jornal, constantemente observando as coisas para louvar ou criticar.

Foi à academia hoje? Bom trabalho, Leo. Passou muito tempo no YouTube? Péssimo, Leo. O corpo estava meio flácido quando você se olhou no espelho pela última vez? Você é uma bola de sebo.

Tudo o que fazemos se torna algo passível de julgamento: merecemos louvores ou críticas?

Permanecemos no hábito mental de constantemente avaliar tudo o que fazemos, checar se somos merecedores ou não. A propósito, fazemos isso também com outras pessoas e com as situações na vida em geral -- tudo é avaliado como bom ou mau.

Esse hábito mental de avaliar todas as coisas -- embora normal e natural -- é destrutivo.

Por que?

CADA VEZ QUE VOCÊ SE AVALIA,ESTÁ FERINDO A SUA FELICIDADE.

Eis o que acontece:

Você segue fazendo as coisas do dia a dia; Sua mente avalia constantemente: o que eu fiz é bom ou não? Sou digno de elogios ou críticas? Se você fez algo digno de elogios, você fica feliz. Bom, na verdade você não tem muito tempo para celebrar. Na verdade, você vai pensar em todas as coisas que não fez ainda e não tanto nas que fez. Ou talvez você pense que fez um trabalho razoável, mas que poderia ser melhor. Ou que deveria fazer mais. Ou você fica preocupado em perder o que ganhou, colocando tudo a perder na próxima vez. E então você não tem confiança em si mesmo, embora tenha feito algo razoável. Se você fez algo reprovável... bom, isso também não lhe deixa feliz consigo mesmo. E é o que acontece na maior parte do tempo. Enfim, esse hábito mental não ajuda em nada. Ele nos faz sentir mal constantemente em relação a nós mesmos, insuficientes, frustrados, como se estivéssemos fazendo as coisas erradas.

Por que pensamos assim? Porque queremos ser dignos de elogios. Não temos garantia de que somos dignos, portanto nos questionamos constantemente. E sempre nos avaliamos mal porque estamos nos comparando: 1) a todas as pessoas que fizeram coisas memoráveis, 2) ao nosso ideal do que deveríamos estar fazendo (spoiler: perfeitamente em todas as coisas possíveis) e 3) o que iria impressionar os outros. Nunca conseguiremos atingir esses ideais.

UM HÁBITO MENTAL DIFERENTE

Se o hábito da avaliação não ajuda, o que podemos fazer? E como podemos mudar? É possível?

Tenho que admitir, hábitos mentais não são fáceis de mudar. Temos que ter consciência do que está acontecendo e permanecermos vigilantes. Não demoramos muito para fracassar nesse propósito... e logo nos avaliamos mal novamente. Aquele momento, evidentemente, é uma bela oportunidade para praticar o desapego da avaliação constante.

O hábito que eu recomendo é encontrar gratidão e contentamento naquele momento. Sim, é complicado e escorregadio. Mas funciona, e muito.

FUNCIONA DA SEGUINTE MANEIRA:

1. Você faz algo durante o dia;

2. Você percebe que está se julgando: "preguiçoso hoje, hein?"

3. Você pensa "lá vamos nós de novo. Não perca mais nenhum segundo com esse pensamento";

4. Ao invés disso, pare e encontre uma maneira de ser grato por algo nesse momento, sobre você mesmo ou sua vida. Você encontrará uma maneira de ser feliz com o que tem, com quem você é e com o que está acontecendo agora. Você experimenta as sensações do momento à medida em que elas acontecem.

E repita: não importa e eu fiz um péssimo trabalho ou se fui preguiçoso, procrastinei ou esqueci de fazer algo. Também não importa e você fez algo bom -- sua gratidão e contentamento não dependem do que você fez. Você pode ter feito algo bom e se contentar, bem como pode fazer algo de forma equivocada e se contentar.

ALGUNS EXEMPLOS:

* Acabei de escrever um post para o Zen Habits -- eu sou demais! Na verdade, não vou perder meu tempo com o velho hábito da avaliação. Em vez disso, vou perceber o que está acontecendo agora neste momento. Está um belo dia lá fora. Meu corpo está cansado. Eu tenho um bom teto sobre minha cabeça e acabei de comer uma ótima refeição. Sou grato por essas coisas, por meus filhos, minha esposa, minha família, meus amigos, meus leitores, a vida em geral. Tudo isso é verdadeiro, escrevendo ou não o post.

* Acabei de perder meu tempo lendo meus sites favoritos em vez de fazer meu trabalho -- eu sou péssimo. Novamente, não vou perder nenhum segundo com esse hábito. Novamente, eu paro e percebo o que está acontecendo agora: o ar é constante, há um barulho contínuo vindo da geladeira, há esquilos lá fora, sinto-me cansado e sou grato por todas as coisas que listei antes e outras mais (música, por exemplo, é ótimo).

Você pode fazer isso a qualquer momento, não importa o que está acontecendo: seu pai morrendo no hospital, você correndo atrasado para uma reunião, perdeu seu metrô, ganhou mais um inscrito no YouTube ou comeu um delicioso sorvete vegano. Esqueça o hábito da avaliação constante, pratique a gratidão e contentamento.

Pratique deixando algo visível por perto (um desenho que vocẽ fez, um presente da sua filha, uma flor que você achou na calçada, uma pedra do rio onde você caminhou) para lembrar do seu novo hábito mental. Pratique após uma meditação de dois minutos pela manhã. Pratique sempre que se sentir desmotivado, frustrado consigo mesmo, deprimido, sobrecarregado.

O hábito da gratidão e contentamento nunca vai falhar com você, é como um bom amigo.

Por: Leo Babauta

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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

5 Dicas para organizar eventos de forma simplificada

Realizar eventos requer muita atenção e comprometimento por parte dos organizadores. Seja de caráter social ou empresarial, é preciso criar um ambiente propício para que as pessoas possam se conectar e se relacionar, tornando essa experiência única.

8Além do valor que há para o anfitrião e para os convidados, o setor de eventos é muito importante, pois ajuda a impulsionar e alavancar a economia da sua cidade.

Para que os eventos saiam de acordo com o planejado, aqui estão algumas dicas fundamentais para ajudar a organiza-los de forma simplificada:

1. Planeje com antecedência: o primeiro passo é fazer um planejamento detalhado do evento. A partir do momento que a ideia inicial esteja traçada, crie um plano de ação. Mas para isso é preciso que o objetivo do evento esteja alinhado com todos os envolvidos, por isso, converse com possíveis participantes para saber a expectativa de cada um deles. Outro ponto fundamental é questionar como organizador se o evento é a melhor maneira de atingir o objetivo ou se esse pode ser atingido por meio de outros canais.

2. Pesquise o local do seu evento: Após finalizar o planejamento, os organizadores precisam elaborar um cronograma com as próximas ações e definir o budget, que é a verba destinada para o evento. Esse é um ponto delicado, pois muitas vezes os custos são maiores do que o planejado. Por este motivo, uma dica importante é ter um local usado como referência (como auditórios, buffet e etc) que tenha um preço acessível, já que o mesmo representa, na maioria das vezes, 50% do orçamento dedicado para todo o evento. Além disso, é fundamental que os organizadores conheçam seu público para que o formato, conteúdo, tecnologias e atendimentos sejam os mais assertivos possível.

3. Confie em seus fornecedores: O momento da produção do evento é ao mesmo tempo empolgante e complicado, pois é a hora que surgem diversos conflitos que precisam ser resolvidos. Para facilitar esse processo, o primeiro passo é criar uma lista de tarefas com todos os itens que serão necessários, além do cronograma, que será muito usado para ajudar a delegar as tarefas e executá-las. Mas, para isso é preciso que o anfitrião confie em seus fornecedores e foque no que realmente sabe fazer, mantendo sempre um acompanhamento das tarefas .

4. Utilize a internet para tudo: A tecnologia está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas. Atualmente já existem aplicativos e plataformas que otimizam muitos processos na organização de um evento e melhoram a experiência de todos os envolvidos. Podemos citar exemplos que vão desde plataformas de hospedagens até aplicativos que possibilitam que os convidados confirmem sua participação nos eventos e encontrem todas as informações necessárias.

5. Colete a avaliação dos participantes: Não pense que só porque o evento acabou que todas as tarefas estão concluídas. Muito pelo contrário. É nessa hora que os organizadores precisam estar próximos dos participantes, com o objetivo de coletar a opinião e avaliação deles para que possam resolver possíveis problemas que tenham acontecido e evitar que isso ocorra nas próximas ocasiões. Isso mostra a importância que os convidados têm para o anfitrião e permite que a próxima experiência seja ainda mais assertiva.

Por: Alexandre Rodrigues — CEO e fundador da Events, plataforma tecnológica de reserva de hotéis para eventos e grupos.

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quarta-feira, 12 de julho de 2017

5 lições essenciais para você ter sucesso nas vendas

As dicas foram elaboradas por Paulo Araújo, palestrante pós-graduado em Marketing e gestão e apresentador da série "Tudo Sobre Vendas", do Administradores Premium.

Chegamos no segundo semestre de 2017, mas os índices econômicos não acompanharam a rapidez dos dias e apresentam resultados fracos, apesar dos sinais de recuperação. Com menos dinheiro no bolso da população, o consumo entra em queda e o comércio sofre com prejuízos.

Com isso, a carreira de muitos profissionais da área de vendas é ameaçada e sofre com a alta disputa do mercado retraído.

Consequentemente, profissionais do setor precisam desenvolver cada vez mais estratégias para continuarem relevantes e necessários, investindo em know-how, reconhecimento de mercado e planos de negócios bem aplicados, seja nas pequenas, médias ou grandes empresas.

Abaixo você confere algumas dicas que ajudarão você a conquistar excelentes resultados com sua carteira de clientes. Elas foram elaboradas por Paulo Araújo, palestrante pós-graduado em Marketing e gestão, colunista do Administradores.com e apresentador da série "Tudo Sobre Vendas", do Administradores Premium. Confira:

1) Motive sua equipe de vendas

Todo empresário precisa ficar atento ao comportamento dos colaboradores, visando descobrir quanto valor ele pode agregar a empresa. "Colocar a pessoa certa no lugar certo é uma das grandes qualidades de qualquer gestor", afirma Araújo.

2) Prospecte seus clientes

Conquistar pessoas dispostas a comprar seu serviço ou produto é o objetivo primordial de quem está começando no mundo dos negócios. Essa é uma tarefa árdua, claro, e caso não exista um passo a passo muito claro de como fazer isso, as metas podem ficar bastante comprometidas.

Então, como prospectar clientes? Essa é uma das questões respondidas pelo empresário Paulo Araújo neste episódio do Tudo Sobre Vendas.

3) Defina o conceito de valor

Muita gente já sabe da importância de focar mais no valor do produto/serviço do que em seu preço. O que pouca gente sabe é como mergulhar neste conceito e suas definições. Questões como estas também são explicadas neste capítulo da série Tudo Sobre Vendas.

4) Conheça seu cliente

Segundo Araújo, a necessidade é mãe do consumo. Portanto, na hora da compra o cliente estará mais disposto a pesquisar e conhecer melhor os benefícios e desempenho de determinado produto. Por isso, ajustar o tradicional “posso ajudar?” pela solícita “qual a sua real necessidade?” é um passo importante. Segundo ele, é essencial conhecer as pessoas a quem você vende, monitorando os seus públicos e traçando estratégias eficientes. Mais dicas estão disponíveis neste episódio do Tudo Sobre Vendas.

5) Crie um método prático para vendedores externos e televendas

Hoje sabemos que os produtos são iguais ou muito semelhantes. No entanto, o cliente deve perceber que está sendo atendido por experts e não por principiantes no mercado. Portanto, confira algumas dicas de como capacitar o seu time de vendedores.

Por: Redação

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Criatividade ou planejamento: o que é mais importante ao abrir um negócio?

Ao criar uma empresa, é fundamental que o empresário tenha uma ideia, fruto da criatividade, que é o produto, o serviço — a solução que deve ser produzida.

A criatividade e o planejamento são absolutamente essenciais para uma empresa. Mas quase todos nós temos uma inclinação pessoal natural para um ou outro. Então, qual deles é mais importante ao abrir um negócio?

Ao criar uma empresa, é fundamental que o empresário tenha uma ideia, fruto da criatividade, que é o produto, o serviço — a solução que deve ser produzida. O planejamento, por sua vez, posiciona essa solução no mundo. Define o espaço, o tempo, os meios de produção e a forma mais econômica, rápida e prática de entregá-la ao cliente.

Comece pela criatividade

Podemos dizer que a criatividade é a primeira função exercida por quem pensa em montar um negócio. Para um empreendimento valer a pena, ele tem de oferecer algo novo, original e que realmente resolva um problema real. Um novo modelo de negócio, um produto de mais qualidade, um serviço mais ágil, um atendimento mais agradável e eficiente, todos esses aspectos dependem da criatividade do empreendedor, muito antes que possam ser disponibilizados ao mercado.

Mas, logo após criar o produto, já estamos pensando em como será produzido, anunciado, vendido e entregue. Ou seja, naturalmente, ao pensarmos na ideia, já começamos a planejar. De modo que, para cumprir sua função, a ideia precisa ser exequível, adaptável a um plano. Precisa convencer, atendendo a uma demanda ou resolvendo um problema do mundo real. É aí que entra a importância fundamental do planejamento*.

*(Saiba mais: A Mandaê te ensina a fazer um bom planejamento de vendas e operações).

O cliente quer o diferente, o novo, a solução de um problema ou necessidade. Muitas vezes, ele até já sabe o que quer: ele mesmo “criou” o produto em sua imaginação. Mas, é a sua empresa que sabe como produzi-lo, que cria todas as condições viáveis para realizar e entregar essa solução a ele. Sua tarefa é planejar tudo para que o produto, fruto da criatividade, seja entregue com qualidade e a um custo aceitável nas mãos do consumidor.

Não culpe o cliente se ele não entender a sua criatividade.

Lembre-se de que criatividade vem de “criar”, o que significa realizar, produzir, fazer acontecer no mundo real. Se a ideia não é, ou não se tornar executável e prática, não adianta pôr a culpa nos outros, dizendo que “o público não está preparado para entender a minha genialidade”.

Só um insight, por melhor que seja na cabeça de seu criador, não é suficiente para garantir o sucesso, há de se ter competências complementares que viabilize a sua exploração concreta com a efetiva entrega ao potencial consumidor.

Pode-se dizer então que uma boa ideia já surge com o planejamento que lhe permite encaixar-se no mundo. A verdadeira criatividade está em criar boas soluções, que sejam viáveis e implementáveis por meio de diversas ações articuladas e complementares entre si.

Este orquestramento tende a ser racionalizado se premeditado por um adequado plano de ação, respaldado por um planejamento que defina as etapas, métodos e meios necessários para a realização do propósito.

Somente devemos considerar como boa e criativa, a ideia que acompanhada de bom senso prático possa ser posta em prática por meio de um minucioso planejamento que a traduza de forma transparente em um bom projeto de execução a fim de prover visibilidade e ser compreendida por todos que nela depositarão seus esforços.

O planejamento tem que, entre outros objetivos, testar modelos, simular cenários, estreitar variáveis estratégicas, portanto deve gerar senso de viabilidade que garanta que possa ser vendida, que atenda a uma necessidade ou desejos legítimos do consumidor a um preço que ele esteja disposto a pagar.

Assim, a ideia não é algo vago. Pense em si mesmo como o inventor do seu negócio. Ninguém é inventor só por dizer “eu tive a ideia de um motor movido a água”. Esse sonho, qualquer um já teve, afinal de que vale uma excelente ideia que não se concretiza? O inventor, assim como o empreendedor, não é só um sonhador, mas tem de passar por todas as etapas que materializem o seu sonho num objeto real e funcional.

Planejar: a hora em que a criatividade sai da cabeça e vai para o produto.

O planejamento preenche a lacuna entre o insight e o produto final, e pensa em todos os elementos organizados em etapas necessárias e graduais para que obtenhamos algo concreto. E deve, ele próprio, ser criativo também para adaptar os processos, mudando o caminho inicialmente previsto, se necessário. A produção pode envolver milhares de passos, cada um requerendo uma forma criativa de ser executado.

Por isso, quando você é o dono deve cuidar de todos os detalhes. Para isso, esmiúce as etapas e tarefas a serem cumpridas até a entrega do produto ao mercado. Anote e analise tudo. Simule todos os cenários e alternativas com suas possíveis variáveis de forma que lhe proporcione conteúdo para a tomada de decisão que mitigue surpresas e soluções emergenciais.

Enfim, explore tudo aquilo que tenha potencial para influenciar positiva ou negativamente seu objetivo, isto lhe fortalecerá perante as adversidades naturais de qualquer empreendimento. Encare cada etapa como um negócio em si, que pode ser executado, ou modificado, sempre de forma inovadora. Coloque criatividade nele, fazendo-o de forma diferente.

A criatividade é a mágica que propõe algo novo no mundo é o propulsor da evolução humana. O planejamento deve ser capaz de abstrair conceitos da ideia e converte-los em um plano concreto que materialize e consolide os meios de tornar esse algo visível, audível, palpável, compreensível, replicável, viável, agradável, acessível e vendável.

Assim, seja você mais propenso à criatividade ou ao planejamento, fica claro que o mais importante é o equilíbrio entre os dois eixos de forma complementar e constante. Não deixe suas ideias se perderem por falta de um planejamento criativo. Não permita a acomodação, seja criativo sempre, da ideia à entrega do produto final. Surpreenda seu cliente de forma estruturada, sustentável e perene.

Por: Egton Pajaro

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domingo, 4 de junho de 2017

5 motivos para começar um negócio com a ajuda de freelancers

Especialista aponta por que a ajuda de freelancers pode ser essencial no início de uma empresa.

Começar um negócio não é uma tarefa fácil. São muitos fatores para se pensar, muitas tarefas diferentes para fazer (desde administrativas até operacionais), e, às vezes, falta tempo e dinheiro para tocar a empresa. Nesse caso, profissionais freelancers podem ajudar - e muito - pois oferecem diversos benefícios para as empresas que estão em seus primeiros passos. Para tirar todas as dúvidas, Guilherme Bracciaforte, co-fundador da Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, levantou 5 motivos para contratar essa modalidade de profissional.

1) Profissionais proativos

Por não terem um chefe, os freelancers têm uma grande tendência a serem parceiros de seus clientes, dando sugestões de melhoria e também apresentando maior proatividade no trabalho, produzindo muito mais em menos tempo.

2) Grandes resultados, pequenos orçamentos

Os freelancers podem ser contratados por projeto fechado ou pelas horas de trabalho necessárias para realizar o trabalho, então não há gastos além do estritamente necessário.

3) Os melhores profissionais, onde quer que estejam

É possível contratar os profissionais mais bem qualificados que realizarem propostas, mesmo que eles vivam em outra cidade, estado ou país.

4) Sua própria equipe sem custos fixos

Contratando freelancers, pouco a pouco é possível ter a sua disposição profissionais de Marketing, Design, Programação, Vendas e suporte, ou qualquer outra área que você precisar, por curto ou médio prazo, sem precisar aumentar os seus custos fixos e nem ligar com burocracia.

5) Você só paga por resultados

Contratando através de plataformas de trabalho freelance, é possível contar com sistemas que protegem o seu pagamento e asseguram que o freelancer só receberá se trabalhar conforme o combinado. Ou seja, caso haja algum problema, você não ficará no prejuízo.

Por: Redação

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Inteligência emocional não nasce com você: veja como desenvolver essa habilidade

  Especialistas apontam que autoconhecimento, empatia e gestão das emoções podem ser aprendidos e aperfeiçoados ao longo da vida Durante mui...