quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Sua empresa produz muito ou é produtiva?

Resultados soltos não querem dizer absolutamente nada. Nem sempre produzir muito significa ser produtivo! Leia abaixo e entenda.

Produção e produtividade, faturamento e lucratividade, para alguns parece a mesma coisa, mas é o que faz toda a diferença.

Vamos ao ambulatório e observamos um médico que em uma hora faz seis diagnósticos e outro que na mesma hora fez dois. Uma empresa que fatura em um mês R$ 2 milhões e a concorrente, que fatura R$ 3 milhões.

Resultados soltos não querem dizer absolutamente nada. Nem sempre produzir muito significa ser produtivo.

Se um time de basquete bate recorde de pontos no campeonato e fica em 2º lugar, estes pontos só significaram que eles sabem fazer cestas. É o famoso “nadar e morrer na praia”. Se o médico que atendeu seis pessoas errou em três diagnósticos, ele não foi produtivo.

Se a empresa que fatura R$ 2 milhões tem despesas de R$ 1,1 milhão, enquanto a empresa que fatura R$ 3 milhões tem despesas de 2,1 milhões, em qual se ganhou mais dinheiro? Em qual houve mais produtividade?

Estamos assistindo um espetáculo do globo da morte onde bons motociclistas arriscam suas vidas, gastam quantidades absurdas de peças e combustível, fazem um barulho danado e não saem do lugar, quem vê de fora fica maravilhado, mas, quem está fazendo o espetáculo se benze a cada dia na esperança que o pior não aconteça.

Há alguns meses, em um encontro de microempresários, ouvi de um “dono de empresa” que estava muito orgulhoso, pois sua companhia havia batido o recorde de vendas, desbancando assim seu maior concorrente, que também ouvia sorrindo a conversa. Este mês o feliz ouvinte abriu sua segunda unidade, já o “dono da empresa” recordista em venda, fechou.

Sua empresa é muito mais do que um resultado puro, é fruto da razão entre o que se gasta em relação ao que se ganha e, caso nesta conta não sobre ou falte recurso, você já e Em tempos onde o consumo está mais consciente, ou seja, os volumes de compras diminuíram, apresentar melhores resultados por meio da redução dos custos e despesas passou a ser ponto fundamental.

Se seu faturamento não for suficiente para repor a mercadoria vendida e cumprir com todas as suas despesas e obrigações, você está se enganando. Você está morrendo. Como diria o ditado popular, nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança cai.

Esteja atento. Ouvir da sua equipe de vendas que este mês vocês faturaram 15% a mais em relação ao mesmo período do ano ou mês anterior, sem observar o mercado e verificar que este cresceu 20%, ou que a margem de contribuição das suas vendas diminuiu em 5%, pode não ser um bom sinal.

Conheça seu mercado, conheça suas despesas, conheça seus custos e calcule sua produtividade. Só com ela você poderá constatar sua real efetividade, muitos falam em input (entradas dos processos produtivos) e output (saídas dos processos produtivos), chame da forma que quiser, mas conheça o resultado desta relação e comemore resultados sadios. Não se engane. Conheça seus processos, suas perdas, seus gargalos, seus desperdícios. Seja produtivo. Produza mais com menos.

Pequenas melhorias trazem grandes resultados. Este é o princípio da melhoria contínua. Tudo que já está bom pode ser melhorado e ficar excelente. Dizer para a equipe de produção, seja colaboradores de uma fábrica ou vendedores de varejo, que ontem eles foram muito bons, mas que hoje eles podem ser melhores, mostrar o resultado alcançado ontem e afirmar que hoje podem ser melhores, faz toda a diferença.

Acredite, ser produtivo é algo contagiante, motivador. O nadador não bate seu próprio recorde porque a cada recorde batido ele aumenta o valor do patrocínio, o ganhar mais é consequência. Ele bate o próprio recorde porque o desafio em ser melhor a cada dia é dele com ele mesmo, a superação nos torna seres humano melhores. Nossa produtividade é o que nos dá força.

Por: Luciana Rezende Abram

Fonte de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/noticias/

E-Mail de Contato: adilson-lemes@ig.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

sábado, 13 de agosto de 2016

Entenda como o roubo de identidade pode afetar você

Como não percebemos os efeitos do golpe imediatamente, se comparado ao ransomware, por exemplo, alguns acreditam que ele é menos perigoso ou que não fazem parte do público-alvo dos criminosos.

O roubo de identidade é caracterizado pelo uso indevido de documentos, fotos e informações de contato da vítima sem a sua autorização. Os criminosos formam quadrilhas especializadas em extrair informações das pessoas e depois as usam para causar prejuízos financeiros, encobrir seus crimes e até vendê-las na Deep Web, por isso a Norton aconselha que os usuários fiquem atentos.

Como não percebemos os efeitos do golpe imediatamente, se comparado ao ransomware, por exemplo, alguns acreditam que ele é menos perigoso ou que não fazem parte do público-alvo dos criminosos. “Muitas pessoas não têm o costume de verificar suas contas bancárias com frequência e conferir o extrato de seus cartões de crédito. Porém, esses são práticas simples para identificar que a pessoa foi vítima deste golpe”, diz Nelson Barbosa, engenheiro de segurança da Norton.

A empresa listou abaixo o que os criminosos podem fazer usando identidades roubadas:

• Comprar ou contratar serviços: com o cartão de crédito da vítima, o criminoso pode comprar produtos e/ou contratar diversos serviços;

• Roubar as economias: com as credenciais de acesso do Internet Banking, ciber criminosos podem resgatar e sacar o saldo de investimentos ou da Poupança;

• Solicitar cartões de crédito e abrir contas em bancos: para maximizar o ganho financeiro, é possível ainda solicitar cartões de crédito e abrir contas correntes usando os dados das vítimas. Basta confeccionar os documentos falsos e usar uma pessoa, chamada de “mula”, para comparecer pessoalmente ao Banco;

• Comprar um celular: Obter um celular novo usando o nome e dados de outra pessoa é uma ótima forma de continuar cometendo crimes e não ser rastreado pela Polícia;

Comprar uma casa ou se candidatar para um emprego: Criminosos podem utilizar a identidade de alguém para comprar imóveis e até se candidatar a empregos, já que se costuma investigar a ficha do aplicante durante estes processos;

“Em casos piores, os criminosos podem cometer algum delito capaz de sujar o nome da vítima, sem ela saber. Por isso, é recomendado que os usuários verifiquem suas contas bancárias com frequência, que fiquem atentos a cobranças e correspondências não esperadas e que nunca forneçam seus dados pessoais a pessoas ou sites duvidosos. Caso suspeitem ter sido alvo de um crime, devem reportar imediatamente à polícia”, explica Barbosa.

Fonte de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/noticias/

E-Mail de Contato: adilson-lemes@ig.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Dicas para conseguir um novo emprego

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades.

O desemprego está em alta e as perspectivas é que não haja uma melhora em curto prazo, além disso, se observa um crescente desânimo dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de procura de emprego ou mesmo para quem deseja uma mudança.

É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.

Desemprego é motivo de desespero?

Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, por isso se controle. Além disso, agir por impulso de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos. Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico.

Passos para se reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:

1. Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;

2. Defina a estratégia para que possa desenvolver sua auto apresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;

3. Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;

4. Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;

5. Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;

6. Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.

7. Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Estou empregado, mas insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Por: Celso Bazzola

Fonte de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/noticias/

E-Mail de Contato: adilson-lemes@ig.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Cinco erros comuns que fracassam um empreendimento digital

Falta de segmentação é um dos principais: Na internet, não adianta ficar vendendo produtos para qualquer pessoa como se fosse um ambulante.

Levantamentos realizados em 2016 revelaram que o Brasil teve um aumento considerável no número de empreendedores digitais. Com um mercado de trabalho mais enxuto, brasileiros passaram a usar a criatividade para ganhar dinheiro na internet – e vender conhecimento se tornou um ramo promissor.

Os números não negam! No período acumulado de 12 meses, entre Junho de 2015 e Junho de 2016, os domínios registrados no Brasil foi de média de 8%, passando de 3.650 milhões para 3.870.712, de acordo com o Registro.br. Porém, de acordo com o Sebrae, a taxa de mortalidade das empresas foi de 9,26% em 2015, mais do que o triplo em relação a 2014, que foi de 3,36%, ou seja, muitas empresas digitais recém criadas podem estar nesta estatística.

Desta forma, Bruno Nogueira Pinheiro, especializado em marketing digital e mentor de cursos para transformar profissionais liberais e desempregados em empreendedores digitais de sucesso, listou os cinco erros mais comuns que podem transformar o sonho de investir online em um fracasso imediato.

1. Excesso de Ideias

Em uma realidade complexa, que chega a confundir o real do imaginário. Na internet é possível ter de tudo e fazer de tudo, sem limites para a imaginação, e é neste ponto que novos empreendedores pecam. Imaginam diversas possibilidades de ganhar dinheiro no ambiente virtual, mas sem definir inicialmente a Missão, a Visão e os Valores desta empresa. Assim como no ambiente off-line, deve –se ter em mente estes três fatores para poder dar continuidade na empresa online.

2. Teorias para tudo

Fazer cursos para aumentar o conhecimento de estratégia de vendas ou mesmo possibilidade de usar ferramentas para alavancar um negócio online é um ponto que o empreendedor deve fazer, mas com ressalvas. Ao invés de dedicar o tempo na construção da plataforma, muitos acabam se dedicando apenas em estudos, e quando a teoria fala mais do que a prática, o fracasso é uma consequência.

3. Marketing de Esperança

Colocar um outdoor nas ruas e esperar passivelmente um cliente chegar até a empresa, com a esperança de que vá fazer uma visita, ainda tem sido uma prática bastante comum, tanto em locais físicos como online. Empreendedores acreditam no produto, deixando-o exposto, mas com lucros imaginários, torcendo para que isso aconteça. O resultado acaba sendo zero. Nos dias de hoje, com ferramentas digitais disponíveis, é possível utilizar estratégias mais robustas, ao encontrar, monitorar e se comunicar com o cliente. Quem não “mede” o comprador do produto, de forma online, não obtém o sucesso esperado e fica apenas na esperança.

4. Falta de segmentação

Na internet, não adianta ficar vendendo produtos para qualquer pessoa como se fosse um ambulante. É preciso ter em mente qual será o produto oferecido e quem poderá comprar. Um nicho deve ser escolhido. Se o empreendedor quer vender um curso sobre como vender imóveis, por que ele vai oferecer isso para donas de casa, aposentadas e que moram de aluguel? O mundo online já permite segmentar o tipo de cliente, de várias formas, sabendo até mesmo a renda mensal dele, porém muitos empreendedores desconhecem isso e insistem em oferecer produtos pelo facebook para amigos da rede, cujo número de curtidas incentivadoras pode ser grande, mas o faturamento será o catastrófico.

5. Comunicação robotizada

Pessoas não se relacionam com marcas, mas muitos insistem em manter esta estratégia. Nos dias de hoje, quem humaniza acaba se dando bem. Usa a comunicação de forma engajadora e interativa e trata o cliente como um grande amigo, que está passando por problemas e precisa de ajuda. Não é porque a empresa está em uma plataforma virtual, controlada por bits e algaríticos, que ela deve manter uma comunicação de robô.á catastrófico.

Fonte de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/noticias/

E-Mail de Contato: adilson-lemes@ig.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

sábado, 9 de julho de 2016

Técnica de vendas para escalar seu resultado este mês!

O que você precisa saber para alavancar suas vendas exponencialmente a partir de hoje!

Quero compartilhar com os leitores hoje mais do que técnicas de vendas para escalar seus resultados, mas sim um processo para manter suas vendas constantes e crescendo exponencialmente por um longo período de tempo.

Esse processo eu venho desenvolvendo ao longo de oito anos, desde quando comei meu primeiro negócio até o momento que criei minha atual empresa, a V4 COMPANY. Essa empresa eu criei com a crença de que Marketing, só é Marketing quando vende o produto da empresa no final. Acreditando nisso eu e minha equipe nós dedicamos a padronizar processos para se vender mais todos os dias através da internet, e nós chegamos em um processo padrão, o que chamamos de método V4.

O método V4 é divido em 4 pilares, todos são bem amplos, aqui eu quero trazer um resumo para você, caso queira se aprofundar, entre no site da V4 Company. Vamos ao primeiro pilar do método:

TRÁFEGO:

Qualquer negócio precisa gerar tráfego, imagine uma loja física, qual um dos principais fatores de sucesso de uma operação dessas? O ponto! A escolha do ponto vai definir boa parte do sucesso ou insucesso da sua operação, por isso invista em tráfego antes de qualquer coisa.

A internet é um dos melhores caminhos para conseguir tráfego para o seu negócio. Por exemplo, em grandes metrópoles mais de 70% da população está no Facebook, no Brasil são 100 milhões de usuários na internet. Então aprenda a aproveitar essas oportunidades, em outros artigos até mesmo no Blog da V4 Company ensinamos mais sobre como aumentar o tráfego do seu negócio.

ENGAJAMENTO:

Como disse no início, o que eu quero passar aqui é um processo, ou seja, vamos seguir um caminho nessa engrenagem. No primeiro momento você atraiu mais pessoas para...? Para onde? Ai está! Em uma loja física a área de engajamento pode começar no layout da sua loja até o atendimento dos seus vendedores, tudo isso tem que pensar em engajar o seu consumidor com a sua proposta.

No mundo digital, para serviços por exemplo, nesse momento entram as famosas leading pages, feitas para de maneira rápida comunicar o que sua empresa faz para que assim a pessoa se interesse e manifeste o interesse comercial.

CONVERSÃO:

Você atraiu o lead, ele está engajado com a sua proposta, agora é hora de vender! Nessa etapa que parece muito obvia, mora grandes oportunidades de alavancar as vendas do seu negócio. No varejo físico aqui estamos falando de coisas como seus meios de pagamento, sabia que ainda existem lojas que não aceitam cartão? Se elas aceitassem não poderia aumentar consideravelmente suas vendas? Então, pense que as pessoas que estão a frente da gestão dessas lojas que não aceitam cartão, elas acham o ainda acham ele uma grande novidade, inovação. Sei lá porque motivo isso no mundo delas é novidade, mais é. A reflexão aqui é que pro mundo que você vive, tem muita coisa que você não sabe, que você ignora, igual algumas empresas acham o cartão novidade. A provocação é você estar atento buscando inovações para aumentar sua conversão, como por exemplo o débito recorrente que vem aumentando a conversão consideravelmente de academias.

São varias as ações que você pode fazer para aumentar a conversão, aqui não posso de deixar de citar estratégias de UpSell e CrossSell. No ambiente digital não é diferente, controlar a conversão da suas páginas, meios de pagamento e afins, é fundamental para ampliar a performance de sua operação.

REMARKETING:

Você sabe como atrair infinitos clientes para o seu funil, está engajando uma parte considerável dele e tornando-nos bons leads, para que boa parte converta. Ok, já estamos vendendo mais, e agora? Acabou? Não!

Quero destacar um detalhe que você pode ter passado despercebido, você entendeu como atrair mais tráfego para o seu negócio, o que você tem que lembrar é que tráfego, mais e mais, não é de graça. Custa e muitas vezes custa muito! O que muitas vezes, em operações de e-commerce por exemplo, compromete a lucratividade da mesma. O que você precisa fazer é o que chamamos de Remarketing, que basicamente significa fazer com clientes que manifestaram interesse pelo seu produto, tornaram-se leads, convertam num curto período de tempo, além de fazer clientes que já compraram, comprarem mais vezes.

Operações grandes como a do Grupo Arezzo&Co que movimenta mais de 100milhões ano na loja virtual, há qual tive a oportunidade de conversar sobre suas estratégias com o diretor de toda operação digital, Mauricio Bastos, no episódio 4 no V4CAST, o podcast da V4 Company. Ele costuma mensurar o custo por cliente adquirido, não por venda adquirida. Porque na operação deles é praticamente obrigado, um cliente que comprou uma vez comprar de novo, se tornar um cliente recorrente. Para você saber mais desse tema, não deixe de escutar o V4 CAST.

Basicamente esses são os 4 pilares que você precisa se concentrar para alavancar as vendas do seu negócio. Para saber mais não deixe de acessar www.v4company.com

Por: Dener Lippert

Site de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/artigos/

E-Mail de Contato: adilson-lemes@ig.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Funil de vendas: Que conteúdo usar em cada etapa

Se o seu funil de vendas estiver bem montado e for periodicamente ajustado, ele passa a ser um filtro poderoso e automático de curiosos e clientes em potencial.

O marketing de conteúdo é uma estratégia que se vale da criação e distribuição de conteúdo rico, relevante e consistente para atrair audiência qualificada e alinhada aos objetivos de vendas das empresas.

Esta técnica já é utilizada há alguns anos em vários segmentos e nichos de mercado para se conquistar novos clientes, mas vem ganhando cada vez mais força com os avanços tecnológicos e a necessidade de controlar melhor a jornada do consumidor dentro do funil de vendas.

O melhor de tudo é que as tecnologias existentes hoje possibilitam a automação da entrega do conteúdo e a aferição dos resultados em tempo real, considerando cada cliente e cada etapa do funil de vendas separadamente.

É como se você tivesse uma equipe de vendas infinita e incansável abordando cada um dos seus clientes atuais e futuros, quebrando objeções, construindo valor e o desejo de compra sem parar. Incrível, não é mesmo?

A segunda melhor coisa é que esta metodologia pode ser usada por praticamente qualquer tipo de negócio. Grande ou pequeno. Funciona tanto para empresas que vendam produtos físicos, como para profissionais liberais que prestem serviços.

Os prováveis compradores são meticulosamente movidos de um estágio do funil para o outro utilizando-se conteúdos que vão acionando de forma subliminar as tomadas de decisões.

Cada fase do funil de vendas precisa de uma abordagem e mensagem diferente para que o cliente seja conduzido de forma automática e quase hipnótica ao longo de cada etapa.

Começando do “Como posso resolver este problema?”, avançando para “Eu preciso deste produto?” e finalizando com “Por que eu deveria comprar desta empresa e não da outra?” o funil de vendas, alinhado com o marketing de conteúdo, responde a cada uma destas questões, ajudando a sua empresa e equipe de vendas a serem vistos como autoridades e referências para os seus consumidores.

O marketing de conteúdo é fundamental para mover, passo-a-passo, os prospects do topo para o fundo do funil de vendas, desde o primeiro contato até a assinatura de um contrato ou a compra de um produto.

Topo do funil

Aqui é onde começa a mágica! Este é o momento para atrair novos olhos e envolver os visitantes do seu site. A isca digital, disponibilizada em uma landing page, onde o visitante deixa o nome e e-mail em troca do download “gratuito” de um eBook ou acesso a uma área exclusiva com um vídeo, treinamento ou uma planilha é o melhor modelo.

O “ponto de dor” do público-alvo e a necessidade a ser resolvida é o primeiro gatilho mental a ser explorado e despertado para que se atraia a audiência mais qualificada possível para o topo do funil e então se inicie a jornada do consumidor.

Quando um visitante descobre o seu site, se interessa pela isca digital e se inscreve deixando o nome e e-mail, ele passa a ser chamado de lead.

Você precisa atrair o máximo possível de potenciais compradores. Nesta primeira fase, quanto mais tráfego pagou ou orgânico você puder trazer, melhor. O conteúdo aqui deve ser leve, fácil de digerir e compartilhável. A isca digital é como se fosse um aperitivo, uma porta de entrada.

Tipos de conteúdo para essa etapa

EBooks

Infográficos

Posts em Blogs

Vídeos / Mini treinamentos on-line

Podcasts

Planilhas

As chamadas mais comuns para o topo do funil são frases e conteúdos do tipo: “Como comprar a câmera ideal pra você”, “Baixe grátis nosso eBook sobre educação financeira”, “Aprenda a preparar um bolo incrível”, “Curso grátis de gestão de equipes”, “Como reduzir a conta de telefone da sua empresa”, “Perca peso de forma saudável”, “5 passos para escolher e comprar o seu imóvel”, “Como conseguir dentes fortes e saudáveis”, etc.

Obviamente, o conteúdo que você vai disponibilizar em seu funil de vendas tem que ter a ver obrigatoriamente com o seu negócio. Se você é uma academia de ginástica, por exemplo, não vai entregar um eBook sobre compra de imóveis, mas sobre como ganhar massa muscular ou ter uma melhor qualidade de vida.

Normalmente, as vendas acontecem aqui no fundo do funil. Nesta etapa do funil, seu lead qualificado já está considerando se tornar um consumidor do seu negócio. Ele está, de fato, vendo o seu produto ou serviço como uma solução, um “tratamento” para o seu problema.

O conteúdo fornecido no estágio final precisa terminar de construir a confiança, a credibilidade e também deve comunicar uma certa urgência para que o lead feche logo a compra.

Nesse momento seu comprador está se perguntando: “Por que eu deveria comprar desta empresa e não do concorrente?”.

Entregue conteúdo que aborde estas questões, que construa valor. Agora é importante reforçar as funcionalidades, diferenciais e os benefícios de suas ofertas. Aqui é o momento de produzir conteúdos que esclareçam dúvidas específicas.

Este é o conteúdo que permite que a sua equipe de vendas feche as lacunas que ainda possam existir na mente dos seus futuros clientes.

Se um potencial consumidor está próximo da conversão, mas ainda apresenta dúvidas, um contato mais pessoal, seja por e-mail ou por telefone, pode ajudá-lo a esclarecer e motivá-lo para a tão esperada compra.

Tipos de conteúdo para essa etapa

Estudos de Caso

Testemunhos de outros clientes

Pesquisas

Tutoriais

Guias

Análise Competitiva

Concluindo

Como vimos, o conteúdo é importante não apenas par o topo do funil, mas para todas as etapas. O Marketing de Conteúdo funciona bem durante toda a jornada do comprador, todo o caminho até um contrato assinado.

Se o seu funil de vendas estiver bem montado e for periodicamente ajustado, ele passa a ser um filtro poderoso e automático de curiosos e clientes em potencial.

O funil de vendas possibilita que você concentre seus esforços de venda em quem realmente tem mais chances de se tornar seu cliente.

Por: Pablo Massolar

Site de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/artigos/

E-Mail de Contato: adilson-lemes@ig.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A disciplina do autoconhecimento

Autoconhecer-se é uma ação de empreender de dentro para fora. Não é uma tarefa muito simples, e tal qual como empreender, envolve disciplina.

Quando se fala em autoconhecimento, surge aquela incógnita (muitas vezes sombria), aos cérebros mais confortados com o ambiente nos quais estão ora já adaptados. Eu me conheço?

Culturalmente, e porque não por instinto, o ser humano tornou-se bem mais flexível para aceitar e expor elogios, qualidades, pontos fortes e, do outro lado, bem mais rígido quando o assunto trata de críticas, defeitos, pontos fracos. Basta observar as entrevistas durante os variados processos de seleção de profissionais. Mas o que é autoconhecer-se?

Autoconhecer-se é exatamente identificar os pontos fortes e fracos enquanto pessoa, buscando delinear os cenários mais favoráveis a partir dos resultados obtidos, reforçando e/ou ampliando os pontos fortes, bem como desenvolver novos ambientes a partir da apreensão de novos conhecimentos, habilidades e atitudes que mitiguem os pontos fracos.

É uma ferramenta de desenvolvimento pessoal e profissional, cujo objetivo é alinhar-se ao meio ao qual está inserido (família, amizades, empresa, sociedade, etc), fornecendo-lhe mais insumos e extraindo dele mais oportunidades, estabelecendo uma relação mais assertiva, agregando valor a todas as partes envolvidas.

O mundo moderno traz a tônica da dinamicidade, tudo é muito rápido e precisa ser para atender às necessidades da atual sociedade. Não obstante, as pessoas devem estar o mais próximo possível dessa velocidade, tendo em vista não tornarem-se obsoletas no quesito produtividade.

Por sua vez, a produtividade vem do alinhamento de competências (conhecimentos, habilidades e atitudes), que reforçadas com ambiente de trabalho e ferramentas adequadas, propiciam melhor resultado na realização das tarefas pertinentes ao desenvolvimento de produtos e serviços, sejam eles a qual setor econômico pertencerem.

Pois bem, se uma empresa precisa saber seus pontos fracos, pontos fortes, ameaças e oportunidades, num ambiente de contínua competitividade, a fim de estar lado a lado com seus concorrentes, oferecendo produtos e serviços de qualidade, a baixo custo e que atendam às necessidades de seus clientes, o mesmo ocorre com as pessoas, com os profissionais.

Autoconhecer-se é uma ação de empreender de dentro para fora. Não é uma tarefa muito simples, e tal qual como empreender, envolve disciplina.

O autoconhecimento parte da premissa do julgamento, e como tal, deve basear-se na verdade, tão só na verdade. Assim, é preciso ter consciência que, embora conhecer-se seja uma importante ferramenta de autodesenvolvimento, é necessário estar aberto e encarar a tarefa como uma parte em um todo.

É preciso quebrar paradigmas, aceitar que sim, ninguém é perfeito e somente aqueles que tiverem essa capacidade de auto enxergar-se de forma límpida, serão capazes de perseguir e alcançar objetivos com mais perspicácia, altruísmo, eficiência e eficácia.

Por: Diego Lima

Site de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/artigos/

E-Mail de Contato: adilson-lemes@ig.com.br

Facebook: www.facebook.com/adilsonluizlemes

Para ouvir nossa rádio, baixe o aplicativo RadiosNet para celulares e tablets com Android ou iPhone/iPads.

Inteligência emocional não nasce com você: veja como desenvolver essa habilidade

  Especialistas apontam que autoconhecimento, empatia e gestão das emoções podem ser aprendidos e aperfeiçoados ao longo da vida Durante mui...