segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

7 habilidades de comunicação que separam os melhores líderes de todos os outros

 

Ao investir no desenvolvimento dessas competências, qualquer líder pode ampliar seu impacto e fortalecer suas relações, tanto no ambiente profissional quanto pessoal.






A comunicação é uma das habilidades mais importantes para a liderança eficaz. Grandes líderes não apenas transmitem informações, mas também inspiram, engajam e criam conexões significativas com suas equipes. Algumas habilidades específicas de comunicação distinguem os melhores líderes de todos os outros, tornando-os mais influentes e impactantes.

De acordo com uma matéria publicada pela Inc., essas habilidades podem ser aprendidas e aperfeiçoadas com prática e intenção. Elas são essenciais para criar um ambiente de trabalho produtivo e uma liderança capaz de alcançar resultados excepcionais.

1. Ouvir ativamente

Grandes líderes sabem que ouvir é tão importante quanto falar. A escuta ativa envolve dar atenção plena ao interlocutor, mostrando empatia e interesse genuíno. Isso fortalece relacionamentos e ajuda a resolver conflitos de maneira eficaz.

2. Clareza e simplicidade

Os melhores líderes são mestres em comunicar mensagens complexas de forma clara e simples. Eles evitam jargões e buscam transmitir ideias de forma acessível, garantindo que todos compreendam seus objetivos.

3. Comunicação não verbal

Expressões faciais, postura e gestos são componentes cruciais da comunicação. Líderes eficazes alinham sua linguagem corporal à mensagem que estão transmitindo, reforçando confiança e autenticidade.

4. Dar feedback construtivo

Saber como oferecer feedback de forma respeitosa e construtiva é uma habilidade indispensável. Líderes que dominam essa prática ajudam suas equipes a crescer, corrigir erros e alcançar o máximo potencial.

5. Adaptabilidade

Grandes comunicadores ajustam seu estilo de comunicação ao público e à situação. Eles entendem que diferentes pessoas têm necessidades e perspectivas únicas, e adaptam suas mensagens para maximizar o impacto.

6. Inspirar através de histórias

A capacidade de contar histórias é uma ferramenta poderosa para líderes. Histórias envolventes tornam as mensagens mais memoráveis, ajudam a transmitir valores e inspiram ações.

7. Transparência e autenticidade

Os melhores líderes são transparentes e autênticos em suas comunicações. Eles compartilham informações importantes e são sinceros em suas interações, o que constrói confiança e credibilidade.

A diferença que a comunicação faz na liderança

Essas sete habilidades de comunicação são o que diferencia líderes excepcionais de todos os outros. Elas não apenas melhoram a dinâmica de trabalho, mas também inspiram equipes a superar desafios e alcançar resultados extraordinários.

Ao investir no desenvolvimento dessas competências, qualquer líder pode ampliar seu impacto e fortalecer suas relações, tanto no ambiente profissional quanto pessoal. Afinal, uma comunicação eficaz é a base de uma liderança de sucesso.


Por: Bernardo Góis

https://www.administradores.com.br/noticias


sábado, 23 de novembro de 2024

Você discursa ou alcança resultados? Quem é você?

 


É importante ter em mente que é no dia a dia que as coisas realmente acontecem e não no mundo ideal do planejamento

O planejamento das atividades da equipe é vital, mas as ações e entregas se darão no mundo real. É importante ter em mente que é no dia a dia que as coisas realmente acontecem e não no mundo ideal do planejamento. Portanto, você deve estar atento a tudo e ter disponibilidade para acompanhar seu time durante a realização de suas atividades.

Você deverá provar que o planejado foi alcançado – preferencialmente com resultados acima das metas estabelecidas. O mercado é muito competitivo e entregar 100% das metas (desde que sejam reais) não é mais considerado suficiente. Não estou falando somente de metas quantitativas, mas também de resultados qualitativos que, de algum modo, impactam na estratégia da sua empresa. 

Engajar as pessoas do seu time na fase de execução das atividades preestabelecidas é fundamental para que você possa ser eficiente nas suas entregas e manter um excelente clima organizacional na sua área. 

Acredito muito na cultura do detalhe, pois são neles que perdemos boa parte das nossas entregas. Muitas vezes, não damos atenção a detalhes importantes e nossos planos não vão para frente. Quando for realizar uma tarefa nova ou mesmo liderar as atividades correntes, você deve estudar o planejamento detalhadamente e identificar quais são os fatores necessários para que seu plano seja bem executado. Pense em todas as possíveis barreiras que possam aparecer e elabore um plano B de modo a contornar eventuais obstáculos. 

Algumas perguntas devem ser feitas, tais como: seu time está preparado para executar as atividades planejadas? Como verificar se o seu plano traçado alcançará os resultados almejados? Existe algum indicador ou métrica para mensurá-los? Você repassou as atividades com cada um do seu time para assegurar que conhecem o processo que será executado por eles? Você estará disponível para acompanhar seus funcionários durante a realização das atividades? A tecnologia disponível para as atividades contempla todas as necessidades do seu time? Eles conhecem os sistemas com os quais irão trabalhar?

Aqui, reside uma grande diferença entre o líder e um simples chefe. O líder cria uma causa para as pessoas seguirem e você deve demonstrar constantemente a importância do trabalho a ser realizado para ter engajamento em alto nível. Baixo compromisso por parte das pessoas pode trazer ineficiência e aumento significativo de erros em processos. 

Noto frequentemente que vários líderes não sabem administrar o seu tempo e isso tem impacto direto em seus times. Não saber priorizar as atividades e entregas da sua área pode resultar em horas extras desnecessárias, menos qualidade de vida para as pessoas – que terão de trabalhar em outros horários para entregas de atividades fora do prazo – e um maior risco de ocorrência de erros além, claro do impacto no nível de satisfação do time. 

A falta de planejamento do líder impede, muitas vezes, que os funcionários deem sequência ao trabalho enquanto esperam por uma decisão para, então, seguir com suas atividades. Enfim, a falta de uma adequada gestão do tempo é péssima para todos, inclusive para você.

É comum ouvir dos  líderes que a pressão por parte da empresa e a falta de recursos são os fatores responsáveis por não conseguirem coordenar suas atividades de maneira mais eficiente. Todas as pessoas trabalham em empresas com problemas assim e muitas conseguem entregar no prazo, sem erros e com ótimo clima organizacional da equipe. Portanto, não é o caso de culpar sua organização por sua incapacidade de gerenciar o tempo. O bom gerenciamento, a propósito, já deve considerar os desafios impostos pela realidade. 

Existem técnicas que nos ajudam e melhorar a gestão de tempo, mas tudo começa na atitude. O novo líder tem de aprender a escolher prioridades em primeiro lugar. Quando as prioridades são bem escolhidas, naturalmente o trabalho anda melhor sob todos os aspectos. Durante o dia, você tomará decisões sobre coisas imprevistas, mas alinhadas às verdadeiras prioridades definidas anteriormente e que, de fato, são importantes para a entrega dos resultados. 

Noto que muitos líderes chegam na empresa no primeiro horário e fazem um planejamento do dia. Conforme as horas correm, é preciso “apagar vários incêndios” e, com isso, tudo o que foi planejado não acontecerá como previsto.

Você deve separar claramente o que é importante do que é urgente antes de fazer o seu planejamento diário, semanal, mensal ou até mesmo para períodos mais longos. Entendo que muita coisa urgente aparecerá durante o dia e o fará colocar as iniciativas importantes em segundo plano. Mas é preciso saber lidar com estas alterações. 

Analise os motivos que fazem as coisas urgentes aparecerem e crie um plano de ação para reduzir este tipo de acontecimento. Pense no que você ou seu time poderiam ter feito para que as urgências não se sobressaíssem às atividades consideradas importantes. 

Converse sempre com as pessoas e ouça sugestões para que os imprevistos possam ser reduzidos. Você vai encontrar soluções para fatos com os quais nunca tinha considerado ou sequer se preocupado. As pessoas que lidam com as questões operacionais muitas vezes percebem pontos importantes antes de você, mas a falta de comunicação impede que estas informações cheguem à liderança. 

É frequente que o foco do novo líder seja resolver todos os problemas prontamente e, com isso, se esqueça de entender todo o processo e as causas dos “incêndios” que aparecem várias vezes por dia. Lembre-se: o primeiro passo é ter atitude para gerir melhor o seu tempo.

As empresas estão passando por grandes transformações e será cada vez mais comum que você receba atividades extras para realizar. Se forem atividades de rápida execução, talvez o foco deva ser a entrega da atividade no curto prazo. Outras atividades, porém, terão uma maior complexidade e será melhor que você as gerencie  dentro do conceito de gestão de projetos.


POR: ARMANDO LOURENZO

FONTE DE PESQUISA: https://www.administradores.com.br/artigos/

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Vale a pena ser micro empreendedor individual (MEI)?

 

Abrir um MEI (microempreendedor individual) é a escolha certa?

Ao começar um negócio muitos empreendedores ficam em dúvida sobre se formalizar ou não. Para quem deseja regularizar a sua empresa a opção mais prática é se tornar MEI – microempreendedor individual.

Mas será que essa é a melhor escolha? A fim de ajudar nesta decisão segue um texto explicando o que é MEI, e as vantagens e desvantagens de ser um.

O QUE É MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL – MEI?

O MEI é a sigla para microempreendedor individual, esta categoria de empresa que o Estado criou para regularizar os trabalhadores autônomos informais. Por exemplo: motoristas de aplicativo, cabeleireiros, fotógrafos, jornalistas, doceiros, valet de estacionamento, chaveiro...

Em 2020 houve um crescimento de 8,4% dos empreendedores individuais. Atualmente o setor representa 56,7% dos negócios em funcionamento no país.

Acredita-se que o aumento destes números foi impulsionado pelas mudanças econômicas da Pandemia da Covid-19 em que muitos trabalhadores formais perderam os seus empregos e encontraram uma solução no empreendedorismo.

Segundo o Portal do Empreendedor as regras para abrir um MEI são:

  • A área de atuação precisa estar na lista das ocupações permitidas (para saber quais são acesse aqui);
  • Ter no máximo um empregado que receba salário mínimo ou o piso da categoria;
  • Não ser sócio, administrador ou titular de outra empresa.;
  • Ter um faturamento anual de até R$81.000,00 por ano (R$6.750,00 por mês);
  • Dependendo da profissão o microempreendedor pode trabalhar em casa, mas é proibido que tenha dois estabelecimentos.

Se a empresa não se encaixar nestes quesitos existem outras opções como ME (microempresa).

Ao se tornar MEI o profissional recebe um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) o que concede o direito de emitir notas fiscais e criar contas jurídicas. Também o dever de pagar o Simples Nacional (imposto).

VANTAGENS DE SER MEI

Agora, separei 5 benefícios de se registrar como MEI:

Abertura simplificada

Fazer o MEI além de gratuito é muito fácil, basta entrar no site Portal do Empreendedor e realizar o cadastro.

Em poucos minutos já consegue o CNPJ, após isso o empreendedor deve procurar a prefeitura da sua cidade e solicitar o Alvará.

Baixo custo tributário

Todo o mês o MEI deve pagar a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). O valor varia conforme a natureza do negócio, atualmente os valores são:

Comércio e indústria - R$ 56,00 (cinquenta e seis reais;

Serviços – R$ 60,00 (sessenta reais);

Comércio e serviços – R$ 61,00 (sessenta e um reais).

Além disso, quem é microempreendedor individual deve fazer a Declaração do Imposto de Renda anualmente.

Direito a aposentadoria, auxílio-doença e salário maternidade

O MEI pode se aposentar após completar 180 meses de contribuição (15 anos consecutivos) e ter uma idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens.

Se depois de 12 meses de contribuição o empreendedor seja incapacitado de trabalhar devido alguma doença ele pode solicitar o auxílio-doença.

Também é direito da mulher e em alguns casos ao homem que tenha MEI receber o salário maternidade após completar 10 meses de contribuição.

Empréstimos com juros baixos

Existem muitos programas de crédito para MEIs com juros menores do que os praticados em outras modalidades de empresa.

Reconhecimento profissional

Ter um CNPJ além de mostrar que é um profissional regulamentado, também se apresenta com um dono de negócio, o que passa uma ideia de responsabilidade e competência.

DESVANTAGENS DE SER MEI

Para descobrir se o MEI é a melhor alternativa, selecionei 3 inconvenientes de ser um empreendedor individual.

Contribuição mensal obrigatória

Mesmo que seja um valor pequeno, sabemos que para um empreendedor iniciante esta quantia pode pesar no fim do mês.

Além disso, muitas pessoas têm o MEI para complementar a sua renda, mas em um mês que não há ganhos, a DAS deve ser paga da mesma forma.

Limite de faturamento

Caso o valor do faturamento ultrapasse os limites do MEI (R$ 81.000,00 ao ano), precisa mudar a categoria de empresa.

O valor da aposentadoria e benefícios previdenciários

Mesmo que o microempreendedor individual tenha estes direitos garantidos o valor máximo para eles é um salário mínimo.

Caso opte por trabalhar integralmente como MEI e queira se aposentar, o ideal é investir em uma previdência privada.


Então decidiu abriu um MEI ou prefere esperar? Diga nos comentários.

Bom trabalho e grande abraço!

                                                   Adm. Rafael José Pôncio

                    Site de Pesquisa:    http://www.administradores.com.br/artigos/



sexta-feira, 13 de novembro de 2020

O que você precisa saber para usar o Pix?

 


O Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, está prestes a ser disponibilizado para todos os brasileiros. Desde o início do mês, um restrito grupo de usuários vem testando seus recursos e, em apenas 24 horas, mais de 57 mil transferências foram realizadas com sucesso. As expectativas estão altas para o dia 16 de Novembro, quando a modalidade será lançada oficialmente. Mas, afinal, o que você, usuário, precisa saber para começar a usar o Pix?

Segurança

O primeiro ponto de alerta é em relação à segurança. Enquanto bancos e instituições financeiras ainda disponibilizam o cadastro das chaves para o Pix, já há golpes sendo aplicados contra os usuários. De acordo com um levantamento da Kaspersky, empresa de segurança digital, há dezenas de sites falsos que utilizam técnicas de phishing para roubar informações e dados pessoais. O link para o site malicioso pode chegar por SMS, WhatsApp, e-mail ou pelas redes sociais. Desta forma, os cibercriminosos induzem os usuários a preencher informações em um cadastro falso, oferecem promoções falsas para coleta de dados ou mesmo instalam um malware no dispositivo (celular ou computador), violando as barreiras de segurança.

Como se proteger?

Apesar da roupagem do golpe ser nova, as técnicas, em si, são antigas. Por isso, valem as recomendações de sempre, como:

  • Não clique em links suspeitos. Esteja atento às URLs, especialmente as encurtadas.
  • Bancos nunca pedem dados do cliente, como senhas e código de segurança do cartão, fora da área logada (internet banking). Desconfie de mensagens, ligações telefônicas e E-Mails com essa solicitação.
  • Nunca compartilhe o código de verificação do WhatsApp. Ele pode oferecer uma entrada para o criminoso ao seu dispositivo.
  • Verifique o remetente, seja número de celular ou endereço de e-mail.

Como usar o Pix

Depois de cadastrar suas chaves, que são códigos que identificam as contas dos usuários, você já estará apto a enviar e receber dinheiro pelo Pix. A promessa é que as transações serão feitas em até 10 segundos e disponíveis 24 horas por dia e 7 dias por semana.

Para receber uma transferência, você deverá informar uma das chaves cadastradas, que podem ser seu CPF ou CNPJ, e-mail, número do telefone celular ou um código aleatório gerado pelo sistema. Já para fazer uma transação, a operação é semelhante às transferências digitais por TED/DOC, informando a quantia que será enviada, o destinatário, a instituição financeira e, por fim, a senha. É bem simples e intuitivo.

Novidade no Mercado

Com o lançamento do Pix, podemos esperar um impacto significativo tanto no mercado financeiro quanto no corporativo. Se, antes, era necessário pagar para fazer transferências ou emitir boletos junto aos bancos, agora, o novo sistema tornará isso muito mais ágil e barato. Empresas que se dedicavam a esse tipo de atividades estarão fadadas ao fim.

Por outro lado, o Pix deve beneficiar muitos comércios em tempos de pandemia, por oferecer uma opção de pagamento contactless, por meio do QR Code. Da mesma forma, o e-commerce, que explodiu de vendas nos últimos meses, poderá ter transações ainda mais rápidas e fáceis para o consumidor.

Vivemos tempos empolgantes para a tecnologia. Uma coisa é certa: uma vez que o público conhecer soluções que simplifiquem suas vidas, não há como voltar atrás. Devemos mirar o futuro com confiança de que os recursos sempre podem ser melhores e com segurança para que estejamos sempre protegidos.

Por: Marcelo Pires

Fonte de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/noticias/


quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Sebrae: 7% dos bares e restaurantes fecharam devido à pandemia

 



Levantamento elaborado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 6,7% dos donos de bares e restaurantes decidiram encerrar o negócio permanentemente por causa da crise causada pela pandemia da covid-19. A pesquisa, divulgada hoje (28/08), foi feita pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e pelo Sebrae.

Foram entrevistados 1.191 empresários de bares, restaurantes, cafeterias, lanchonetes, padarias, pizzarias e sorveterias dos 26 estados e do Distrito Federal. Entre as pessoas ouvidas, 39% são microempreendedores Individuais (MEI); 58%, micro e pequenos empresários; e 3%, donos de médias ou grandes empresas.

De acordo com o levantamento, 92% das empresas do setor tiveram queda no faturamento. Apenas 4,5% dos donos de bares e restaurantes afirmaram ter aumentado seus rendimentos no período da pandemia.

“Os dados são importantes norteadores que apontam as dificuldades enfrentadas pelos negócios de alimentação fora do lar. Sem dúvida é um dos setores mais impactados pela pandemia e com grandes obstáculos para a retomada”, destacou o superintendente do Sebrae, Afonso Maria Rocha.

Segundo a pesquisa, 18,5% dos donos de bares e restaurantes entrevistados tiveram que demitir funcionários de carteira assinada na pandemia. O levantamento mostra que 50,8% dos empresários ouvidos têm dívidas em atraso; 25,5% têm dívidas, mas estão em dia; e 23,7%, não têm dívidas.

Por: Bruno Bocchini

Fonte de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/noticias/

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Como evitar a fofoca no ambiente de trabalho?

A fofoca pode ganhar força e criar um impacto tão negativo no clima organizacional que pode, inclusive, comprometer a produtividade e as motivações dos colaboradores.

As fofocas podem começar de um jeito aparentemente inofensivo, como um boato, como uma piada ou até como um comentário maldoso. Às vezes, fica difícil identificar como ela teve início, mas, mesmo sem grandes pretensões, não se engane, a fofoca pode ganhar força e criar um impacto tão negativo no clima organizacional que pode, inclusive, comprometer a produtividade e as motivações dos colaboradores de quererem permanecer nas empresas.

O assunto é tão delicado que em uma pesquisa realizada recentemente pelo LinkedIn, com cerca de 17 mil usuários de 16 países, a fofoca apareceu como sendo o problema que mais irrita os brasileiros, com um índice de 83%. Ou seja, quatro em cada cinco colaboradores apontaram-na como o fator mais irritante dentro do ambiente corporativo. As fofocas são comentários desnecessários, de cunho pessoal ou profissional, com o objetivo de prejudicar a imagem de alguém. Na maioria das vezes, elas aparecem e crescem em empresas que não tomam medidas de comunicação e transparência suficientes para coibir esse tipo de prática.

Normalmente, o perfil do autor de comentários maldosos tende a ser um profissional mais negativo, do tipo que prefere terceirizar responsabilidades. Há ainda os perfis mais manipuladores, que usam a fofoca como prática de politicagem, a fim de conquistar benefícios próprios, típicos de quem faz parte das famosas “panelinhas”. O problema pode ocorrer nas mais diversas esferas da empresa e em todos os níveis da hierarquia.

Independentemente de onde a fofoca se concentre, inevitavelmente, ela cria ambientes tóxicos, que favorecem a insegurança, o medo, a instabilidade emocional e até a desmotivação. As vítimas dos boatos maldosos podem desenvolver síndromes como depressão e Burnout, podendo aumentar, inclusive, o índice de absenteísmo.

O problema é tão sério que a produtividade fica altamente comprometida. Segundo Sam Chapman, consultor e autor do livro A empresa livre de fofoca, os boatos consomem, em média, 65 horas anuais de cada funcionário, prejudicando a empresa como um todo.

Por isso, é inevitável que medidas sejam tomadas para evitar a prática. O ideal é que a empresa crie espaços para que os colaboradores sintam-se seguros e à vontade para falarem abertamente sobre sua vida pessoal e profissional, com quem quiserem e se quiserem, criando um ambiente amigável e livre de julgamentos. Os feedbacks pontuais também ajudam muito nessa política de transparência, principalmente entre pares, líderes e subordinados.

É importante que todos assumam responsabilidades e sejam orientados a não propagar informações e comentários ofensivos e de origem duvidosa. O mal precisa ser cortado pela raiz. E, se algum boato surgir, é interessante contra argumentá-lo com o que chamamos de “fofoca do bem”, onde em vez de enaltecer um defeito de alguém, fazemos o oposto, propagando uma qualidade sua.

Além de um trabalho preventivo, companhas, exibição de vídeos e pesquisas, o RH deve ser acionado para atuar em casos mais extremos, devendo até adotar medidas severas. Dependendo das consequências causadas por uma fofoca, muitas vezes, advertências e demissão do causador da fofoca tornam-se necessárias, a fim de evitar que mais danos aconteçam e que o ambiente de trabalho se torne tóxico. A empresa também deve implantar programas de bem-estar, que valorizem a saúde mental e emocional de todos.

O mais importante é que tanto colaboradores, quanto gestores e profissionais de RH entendam que um ambiente organizacional livre de fofocas depende da postura de cada um. Quem se sente vítima de um boato deve imediatamente se reportar ao seu gestor e ao RH. Da mesma forma, quem se depara com uma fofoca, tem obrigação de responder com o silêncio, não levando o assunto adiante. Quando cada um assume seu papel, todos saem ganhando. É aquela história de “não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você”.

Por: Dalton Morishita

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Pesquisa indica a maior motivação dos empreendedores brasileiros

Os brasileiros cultivam a vontade de empreender. É o que confirma a "Pesquisa Global sobre Empreendedorismo", encomendada pela Herbalife Nutrition e conduzida pela OnePol, realiza em abril deste ano em 24 países, inclusive no Brasil. Foram entrevistadas 23.500 pessoas, sendo 1 mil delas brasileiras, com o objetivo de fazer um levantamento sobre o sonho de empreender ao redor do mundo e também as motivações e principais desafios enfrentados.

Globalmente, a principal razão de empreender é o fato de seguir uma paixão (64%). Mas, no Brasil, o que motiva mesmo é a flexibilidade de horário (64%), seguido pela vontade de ser seu próprio chefe (63%), o potencial de aumentar seus ganhos (54%), aumentar a satisfação profissional (51%) e, apenas em quinto lugar, foi citada a vontade de seguir uma paixão (50%).

A nível nacional, os resultados apontam ainda que, entre os participantes que têm vontade de se tornar empreendedor ou empreendedora, 67% acreditam que suas ideias poderiam contribuir para uma revolução no mercado. A pesquisa apontou que apenas 21% dos brasileiros já está dando os primeiros passos para abrir seu próprio negócio ou já está empreendendo. Dos que estão interessados em começar um negócio, 65% se sentem sem fôlego para encarar os desafios. Além disso, 80% dos brasileiros acham que nunca teriam a oportunidade de seguir seu sonho de abrir o próprio negócio, enquanto 69% das pessoas nos demais países têm o mesmo sentimento.

Todos enfrentam os mesmos desafios no momento de empreender? 64% dos brasileiros acreditam que as mulheres enfrentam desafios diferentes dos homens quando se trata de empreender, incluindo “quebrar padrões sociais, lidar com acesso limitado a financiamento e lutar para ser levada a sério”.

Porém, para ambos os sexos, entre as principais barreiras estão: os altos custos de investimento inicial (69%), insegurança de como começar (29%), falta de informação sobre dados de mercado e financiamento (27%), preocupações sobre se, de fato, será bem-sucedido (23%) e receio de não ser um negócio lucrativo (22%).

Como investimento inicial, 81% dos brasileiros usariam recursos próprios, mas também considerariam buscar algum tipo de investimento (26%), buscariam um sócio (23%) ou então buscariam empréstimos pessoal (22%). Apenas 17% pediriam dinheiro emprestado para algum familiar.

Mesmo com essas dificuldades, 53% dos brasileiros acreditam que é mais fácil iniciar um negócio no Brasil do que em outros países. Seis em cada dez pessoas que têm vontade de empreender já deram seus primeiros passos, sendo que os homens foram 13% mais propensos a tomar a iniciativa do que as mulheres.

Dentre as principais motivações daqueles que empreendem, 57% afirmam que seguiram seus sonhos, enquanto 42% viram o potencial de mudarem seus ganhos, 34% ouviram seu instinto, 26% foram incentivados pela família e 21% por amigos. A cada dez brasileiros que já empreenderam, cerca de nove acreditam que ter tomado essa decisão proporcionou muito mais felicidade para eles.

BENEFÍCIOS DE EMPREENDER

Flexibilidade de horário 64%

Vontade de ser seu próprio chefe 63%

Potencial de aumentar seus ganhos 54%

Aumentar a satisfação profissional 51%

Vontade de seguir uma paixão 50%

MOTIVOS QUE LEVARAM A EMPREENDER

Seguir um sonho 57%

Potencial de mudar seus ganhos 42%

Ouvir seu instinto 34%

Incentivo da família 26%

Incentivo dos amigos 21%

BARREIRAS PARA ABRIR O PRÓPRIO NEGÓCIO

Altos custos de investimento inicial 69%

Insegurança de como começar 29%

Falta de informação de mercado e financiamento 27%

Receio de não ser bem-sucedido 23%

Receio de não ser um negócio lucrativo 22%

POR: REDAÇÃO: ADMINISTRADORES.COM.BR

Fonte de Pesquisa: http://www.administradores.com.br/noticias/

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Inteligência emocional não nasce com você: veja como desenvolver essa habilidade

  Especialistas apontam que autoconhecimento, empatia e gestão das emoções podem ser aprendidos e aperfeiçoados ao longo da vida Durante mui...