quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

15 perguntas que você deve se fazer antes de empreender

Antes de partir para o empreendedorismo, tenha consigo mesmo uma conversa bem sincera sob pena de dar uma direção equivocada à sua carreira.

Você quer empreender só porque odeia o seu emprego? Isso não é suficiente. Infelizmente essa não é uma situação incomum. E consequentemente o que se vê é uma enxurrada de novas empresas fechando nos primeiros meses de vida e empreendedores iniciantes pagando um preço alto na sua vida pessoal e profissional por este movimento errado.

Antes de partir para o empreendedorismo, tenha consigo mesmo uma conversa bem sincera sob pena de dar uma direção equivocada à sua carreira. E é possível já começar fazendo alguns exercícios.

O autoconhecimento é necessariamente o primeiro passo de quem busca esse tipo de transição de empregado a empreendedor. Todo negócio vai ser a cara do dono e os resultados serão proporcionais às suas ações feitas com consistência. Se você não tem clareza dos seus pontos fortes e pontos de melhoria, habilidades, talentos e competências, o que pode acontecer? O destino de quem tem falta de clareza é um só: a inação.

Estas simples perguntas que vão te ajudar a se encontrar caso você se sinta meio perdido em relação à sua carreira.

A primeira dela é:

Você odeia seu emprego ou odeia apenas algumas coisas nele?

Isso precisa ser colocado no papel já. A consciência gera clareza. Pegue uma folha em branco e passe um risco no meio dela. De um lado escreva: coisas que eu gosto no meu emprego e do outro lado o oposto, aquelas coisas que você não gosta ou até odeia. Você precisa ser o maior expert do mundo sobre os seus questionamentos antes de decidir empreender.

Se o seu problema tem mais a ver com o seu chefe, com o trânsito, com a sua função, ou seja, fatores mais externos do que internos, você vai encontrar muita dificuldade e ter pouca resiliência ao empreender. Se esse for o seu caso, possivelmente você não estaria qualificado para o empreendedorismo (ainda), o que não significa que não possa ser o seu caminho. Só quer dizer, por enquanto, que isso não é suficiente e que você não está com a motivação correta para encarar uma nova vida empreendedora, mas que pode se desenvolver e mudar completamente sua mentalidade.

Existem grandes chances de que, nessa situação, você possa resolver seu problema dentro da própria empresa, acessando as pessoas certas ou até preparar um bom currículo e ir à luta no mercado.

Em geral, o que move um aspirante a empreendedor tem muito mais a ver com inquietações internas e fatores intrínsecos. Uma vozinha te chama a realizar algo maior no mundo, alinhado a um propósito e estilo de vida desejado. E mais do que isso: um desejo de liberdade e flexibilidade de tempo toma conta de você.

O empreendedor é alguém mais movido a propósito, a metas, vontade de inovar, experimentar e liderar para viver nos seus próprios termos e com isso fazer a diferença por onde passa.

Agora mais algumas perguntas. Você deve responder a todas elas. Isso vai te ajudar muito a tomar decisões mais conscientes sobre o seu próximo passo na carreira.

2. Você se sente deprimido aos domingos?

3. Você desliga o despertador muitas vezes todos os dias e sente como se arrastasse para o trabalho?

4. Você não tira o olho do relógio esperando que o dia acabe?

5. Você passa o dia distraído nas redes sociais e em seus sites preferidos?

6. Você não tem vontade de dar opinião nas reuniões? Prefere obedecer diretrizes sem ter muito trabalho de argumentação sobre os assuntos da sua função?

7. Você se sente acomodado em relação à sua posição atual?

8. Você está conseguindo usar seu potencial no trabalho?

9. Você está aprendendo?

10. Você está se divertindo enquanto trabalha?

11. Você se sente crescendo na profissão?

12. Você está pleiteando e aceitando desafios?

13. Onde você quer estar em 1 ano, 5, 10, 20 anos? Como você imagina seu futuro?

14. Que história você quer contar pros seu netos sobre a sua vida e carreira, sobre a sua contribuição no mundo?

15. Você sente que gostaria de viver um trabalho e uma vida nova mas tem muito medo?

Quando surgir o incômodo, esse raio X dos seus pensamentos e sentimentos será o mais importante em relação a sua carreira.

O empreendedorismo é uma escolha consciente de um estilo de vida novo com muito trabalho pela frente, onde praticamente não haverá separação entre vida pessoal e profissional. Você vai precisar gostar do seu trabalho pois ele se confundirá com a sua própria vida de forma muito natural. É preciso encontrar a interseção entre o prazer e a recompensa financeira.

A única condição e o primeiro passo para empreender é decidir se você quer. O resto é preparação e persistência. A autorrealização é uma consequência de saber qual é a sua direção na vida, aquela que te satisfaz, seja empreendendo ou não. A vida é sua.

Por: Caroline Caracas

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sábado, 28 de janeiro de 2017

Líder de sucesso estabelece metas

Uma meta é a maneira mais objetiva do líder tirar o colaborador da subjetividade e indicar-lhe o foco de uma ação.

Diz o ditado que “se um homem não sabe a que porto se dirige, nenhum vento lhe será favorável”. O pensamento é Séneca, um dos mais brilhantes intelectuais do Império Romano. Já naquela época se intuía que é preciso direção para alcançar um objetivo.

Ao incorporar o conceito ao mundo corporativo, é possível concluir que meta é a maneira mais objetiva do líder tirar o colaborador da subjetividade e indicar-lhe o foco de uma ação. A maior parte das pessoas, seja na vida pessoal ou profissional, deseja saber o seu destino.

Por meio de uma meta bem elaborada, é possível identificar quem e como é possível contribuir com a ação. Para estruturá-la, é preciso garantir que ela tem que ser:

Específica – Temos que dizer exatamente o que queremos, qual o escopo, quais os dados reais da meta. Ela tem que ser numérica e objetiva;

Relacionada com a atividade fim da pessoa – Não faz sentido um colaborador da área técnica receber uma meta do departamento de vendas, por exemplo. É preciso que a meta esteja dentro da área de autoridade do profissional e que ela possa traçar ações para atingi-la. Isto não quer dizer que não possa haver metas corporativas compartilhadas com todas as áreas.

Mensurável – Ter a chance de avaliar por meio de dados e fatos se uma meta foi atingida ou não;

Atingível – Estabelecer metas inatingíveis é o primeiro passo para desmotivar o desempenho de uma equipe. Dessa forma, pense em conquistas realizáveis e, se possível, relacionadas a resultados anteriores, como por exemplo “aumentar as vendas em 30% em relação ao ano anterior”;

Relevante – É importante que os colaboradores entendam o propósito da sua meta, ao que ela está conectada, qual o impacto e a contribuição para a organização ou a causa;

Temporal – Tem que ter data de inicio e fim.

Com a meta estabelecida, é hora dos envolvidos criarem um plano de ação detalhado e executá-lo.

Por: Meg Chiaramelli

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sábado, 14 de janeiro de 2017

8 dicas para ter mais resultados sem perder o equilíbrio em 2017

Para iniciar o ano livre,analise tudo o que está pendente e elimine o que for supérfluo ou não traga resultados significativos.

Um novo ano começou, e você provavelmente já refletiu acerca de seus planos para ele. Estabelecer metas é fundamental, mas será que você terá a disciplina necessária para colocá-las em prática? Em 2016, por exemplo, a maioria dos brasileiros não conseguiu concretizar suas expectativas - muito por conta, é verdade, da atual situação do país, especialmente nos âmbitos financeiro e político.

Pensando nisso, preparei oito dicas que podem garantir um 2017 muito melhor. Confira:

1. Inicie o ano sem pendencias

Para iniciar o ano livre, analise tudo o que está pendente e elimine o que for supérfluo ou não traga resultados significativos. Dedique-se às tarefas e projetos mais importantes para serem concluídos o mais rápido possível;

2. Aprenda com os seus resultados

Saiba quais são os seus pontos fracos e fortes. Faça uma análise pessoal e verifique quais os aprendizados obtidos em cada experiência. Analise a fundo os comportamentos e atitudes. Reproduza os que o levaram aos bons resultados e evite os que culminaram em resultados ruins;

3. Faça o seu planejamento

Agora que você está livre de pendências e conhece seus pontos fracos e fortes, chegou o momento de planejar. Primeiro, considere a quantidade de metas, lembrando que, quanto menor for o número estipulado, maior será sua capacidade de foco e execução para atingir os resultados desejados. Para finalizar, você deve criar um plano de ação, ou seja, desdobrar a meta em pequenas tarefas que devem ser realizadas com regularidade até que o objetivo principal seja atingido;

4. Saiba o papel da disciplina no trabalho

Segundo os especialistas Robert Kaplan e Michael Porter, 90% das estratégias falham pela execução, e não pela qualidade da estratégia em si. Isso significa que, por melhor que tenha sido o seu planejamento, você não alcançará os resultados esperados, a menos que tenha muita disciplina no trabalho. Se você é um procrastinador, comece com pequenas metas diárias para aumentar gradativamente seu foco;

5. Reconheça os seus pontos fracos e tome medidas para contorná-los

Se você não consegue, por exemplo, se concentrar no trabalho com a internet ligada, desligue-a ou considere usar um navegador apenas para trabalho com extensões de bloqueio de sites que te façam “fugir” das tarefas;

6. Não fique com o seu plano de ação somente na cabeça

Quanto mais livre estiver sua mente, mais capacidade de contração, foco e criatividade estará à disposição. Por esse motivo, não guarde as coisas somente na sua cabeça e utilize um software como o Neotriad para gerenciar todas as suas metas, projetos e equipe. Caso não seja muito ligado em tecnologia, utilize um bloco ou agenda;

7. Recupere-se rapidamente

Por mais que você tente, nem sempre os seus planos podem acabar do jeito que espera. O mais importante é a forma como lidará com essas falhas. Aprenda com erros, corrija sua rota e siga em frente para fazer melhor da próxima vez;

8. Alimente-se bem

A alimentação inadequada enfraquece a sua produtividade. Alimente-se e hidrate-se para fazer o seu cérebro funcionar de forma adequada, prevenir o estresse e garantir que você esteja com energia para cumprir as tarefas planejadas e não sucumbir às distrações.

Agora que você já sabe como fazer de 2017 um ano de sucesso, comece a trabalhar para colocar essas dicas em prática. Sucesso!

Por: Christian Barbosa

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Como saber se é hora de partir para um novo emprego?

Em um cenário de tamanho desemprego no País, como saber se partir para um novo emprego é realmente uma saída?

Quem nunca se viu pensando em mudar de emprego? Os motivos são os mais diversos: salário, estagnação profissional, relacionamento, entre tantos outros. Mas em um cenário de tamanho desemprego no País, como saber se partir para um novo emprego é realmente uma saída? O coach e consultor em RH Marcos Vono responde algumas dúvidas. Confira:

1. O que o profissional deve levar em consideração quando se questiona se é hora de partir para um novo emprego? A primeira questão que deveria ser considerada é se a pessoa está estagnada ou não. Se não, há que se pensar duas vezes em sair. A menos que seja por um convite que gere maior crescimento profissional.

Caso a resposta seja sim, será necessário pensar em alternativas, primeiro dentro da organização e se não houver nada que interesse e que seja acessível, aí devemos pensar em sair.

2. O que é melhor: os tantos anos de ‘casa’ ou a sensação de novidade de um novo lugar, pessoas? Isso depende de cada um. Pessoas que tem características de segurança e estabilidade preferem ficar muitos anos na mesma empresa e nem se importam de fazer as mesmas coisas. Já quem tem características de buscar desafios, não vai gostar de ficar muito tempo em um único lugar, a menos que existam desafios à altura de seus interesses.

Mas, pra carreira, a escolha de ficar ou sair para novos desafios vai depender do fechamento do ciclo de aprendizagem com entregas que serão a grande riqueza de um profissional. A história de realizações de um profissional é a sua moeda de troca com o mercado.

3.Vale a pena levar em consideração apenas a questão salarial?

Nunca. Há vários itens que devem ser considerados. Escolher pelo salário, status, cargo são armadilhas de carreira. A escolha deve ser feita por um conjunto de variáveis que devem ser considerada em função do momento de carreira de cada pessoa e de seus objetivos de médio e longo prazo.

4. Até mesmo o emprego dos sonhos tem seus dias ruins. Como identificar quando se trata apenas disso e quando isso se torna uma constante?

Dizem por aí que trocar de amor é trocar de defeito. Só depois de algum tempo, de uma situação ruim e de tentativas de reverter esta situação que se pode pensar em buscar fora alternativas.

 5. É válido querer sair do emprego por não se dar bem com um dos colegas? Ou mesmo com o chefe?

Sim. O ambiente, a cultura e o grupo geram impactos fortes na motivação de uma pessoa.

Por: Redação

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Como transformar a determinação em mudança

Sentir-se determinado é maravilhoso, mas o sentimento pode ser efêmero.

Digamos que você está querendo parar de fumar há algum tempo, ou que você tem desejado começar a exercitar. De repente, você lê algo que o motiva e se sente pronto para fazer a mudança. Você está determinado. Você vai fazer isso acontecer. Isso é incrível.

A pergunta é: você realmente vai transformar essa determinação em uma mudança duradoura? Como fará isso?

O sentimento de determinação é maravilhoso, mas pode ser efêmero. Ele não dura mais do que alguns dias, a menos que você crie um ambiente no qual ele possa permanecer. Mas isso pode ser feito. Aqui está o que eu sugiro, com base nos meus sucessos e fracassos:

1. Assuma um compromisso

É fácil dizer para si mesmo "Eu vou fazer essa mudança", mas, em seguida, deixar para lá, quando as coisas ficam difíceis ou quando você fica ocupado ou estressado. Não se permita desistir - aja agora para assumir grandes compromissos com os outros.

2. Estabeleça uma sessão diária

Se você estiver entusiasmo agora, ótimo, mas o que acontece quando o seu entusiasmo diminuir? A mudança vai embora. A única maneira de fazer com que algo dure é criar um hábito através da prática diária. Então, se você quiser fazer exercícios, separe 10 minutos todos os dias, na mesma hora do dia, para fazer sua yoga ou flexões ou corrida/caminhada. Marque no calendário, torne o compromisso imperdível. Abandonar um hábito é mais difícil, mas talvez tente uma "zona livre de fumo" quando você não fuma. (Ou uma "zona livre de procrastinação".) Apenas uma hora por dia, em seguida, duas horas depois de alguns dias, depois três, depois mais algumas, etc. Eventualmente, você vai aprender formas de lidar com o hábito durante sua "zona" que ajudarão você a parar completamente.

3. Crie lembretes inesquecíveis

O que acontece se sua sessão estiver marcada e você esquecer? Isso é incrivelmente comum quando se começa um novo hábito. Não se deixe esquecer! Cole post-its em todos os lugares, crie um grande aviso, faça um milhão de lembretes em seu computador e telefone. Como você se forçaria a lembrar que é o dia do seu casamento e você precisa ir à igreja? Ah, é, você não precisaria de lembretes, porque é um dos dias mais importantes da sua vida. Faça deste novo hábito (ou esforço para sair de um hábito) a coisa mais importante em sua vida por algum tempo.

4. Preste contas

Se você tiver que dizer às pessoas a cada dia, ou em dias alternados, como foi seu progresso, isso irá criar uma consciência quando você sentir vontade de desistir. Você vai impedir a si mesmo de desistir, pelo menos por um momento, e reconsiderar. Então, no Passo 1 acima ("Faça um compromisso"), não se esqueça de se comprometer a prestar contas regularmente.

5. Arranje um evento

Este é um dos meus truques favoritos. Eu me inscrevo em um evento, que acontecerá em um futuro próximo, que me obriga a me preparar. Se eu me inscrever para uma corrida de 5km, por exemplo, eu tenho que fazer algum treinamento antes da corrida, para não passar vergonha (demais). Você pode fazer a mesma coisa ... se inscrever para um evento esportivo, se você quiser se exercitar, ou anunciar o dia em que você estará livre de fumo, ou participar de um grupo de costuras se você quer aprender a costurar (você entendeu).

6. Aproveite cada passo

Tudo isso pode parecer um pouco de trabalho, mas, honestamente, pode ser muito divertido! Veja cada etapa como uma celebração de si mesmo, da vida, da compaixão. Veja cada etapa como um momento incrível para ser apreciado, não um sacrifício para algum ganho futuro. A vitória é agora, no fazer, não em uma recompensa mais tarde. Sorria. Se você colocar essas ideias em ação (e você está determinado, então você vai!), transformará o seu sentimento efêmero em mudanças duradouras.

Por: Leo Babauta

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Ganhe Direto

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Qual o tamanho ideal para sua página?

Para se escolher o que melhor se adequa às suas demandas é necessário, primeiramente, deixar as predefinições de lado, como por exemplo achar que uma página boa deve ser pequena e sucinta.

Uma das dúvidas mais frequentes de empresas e empresários no momento de criar ou reformular seus sites, é definir qual o tamanho que suas páginas terão. Essa avaliação é de extrema importância, já que é em sua página na web que o público terá o contato com seus produtos, serviços e todas as informações fundamentais que poderão converter visitantes em futuros clientes.

Porém, para se escolher o que melhor se adequa às suas demandas é necessário, primeiramente, deixar as predefinições de lado, como por exemplo achar que uma página boa deve ser pequena e sucinta, ou pensar que uma grande página, repleta de informações, irá gerar maior conversão para seu negócio. Essa análise deve ser feita caso a caso, tendo em mente que a página deverá ter o tamanho certo para mostrar todos os benefícios que você oferece aos seus clientes.

Se você necessita de apenas 50 palavras e alguns pixels para dizer isso, OK! Mas, se você precisar de 10 mil palavras, diversas imagens e outros tipos de mídia para convencer seu público, OK também! Acredite, o usuário qualificado para ser seu cliente vai querer ouvir tudo de relevante que você tem a dizer. É isso que fará a taxa de conversão de sua página subir.

É claro que você deve se atentar ao que oferece, porque quanto maior a complexidade do serviço que oferta, maior será a necessidade de seu público entender do que se trata e, neste caso, uma página curta poderá trazer pouco retorno. Para balancear isso da melhor maneira, apresento uma simples regrinha que lhes ajudará no processo de escolha:

Preço: quanto maior o valor do que você está vendendo, maior será a quantidade de argumentos que precisará para justificar uma compra; Complexidade/inovação do produto: quanto mais complexo ou inovador for o seu produto, mas você precisará explicá-lo e relacioná-lo ao contexto do seu usuário, convencendo-o a fazer negócio.

Vale lembrar que não existe uma relação entre tamanho de página X taxas de conversão, mas se usar essa metodologia, você poderá avaliar se o tamanho e o conteúdo oferecido por suas páginas estão coerentes com o que você vende. Caso não esteja, pare e pense em novas abordagens, assim você encantará seu público com as informações que ele precisa saber, independentemente do tamanho da sua página.

Por: Rafael Damasceno

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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

6 dicas para melhorar sua postura em uma apresentação ou reunião de negócios

Se o cliente não entender o que você diz, será impossível fechar negócio com ele.

É clássica a frase “você só tem uma oportunidade para causar uma primeira boa impressão”. Tendo essa máxima como base, você pode ter somente uma chance para conseguir expor de forma clara e objetiva o seu conteúdo, seja em uma apresentação ou até mesmo em uma reunião de negócios.

Se o cliente não entender o que você diz, será impossível fechar negócio com ele. Com o objetivo de facilitar a sua interação com o interlocutor e aumentar as suas chances de sucesso, disponibilizarei 6 dicas que auxiliarão na condução do discurso e ajudarão a tornar seu conteúdo pertinente, organizado e interessante.

1. Obtenha informações. Antes de qualquer apresentação ou reunião é importante conhecer o público que receberá a sua mensagem. Saber o que é importante para os participantes e as suas preferências impactará diretamente na forma de compreender o que você diz. Acesse o site da empresa, veja o que a instituição valoriza, quais são seus valores, como seus colaboradores se comportam, busque e conheça pessoas que trabalhem na instituição, acesse as redes sociais, procure as últimas notícias sobre ela em sites de busca, etc.

Quanto mais informações sobre o público, maior a chance de levar exemplos pertinentes e adequados à plateia. Afinal, se você tiver um público de advogados e um público de engenheiros, a argumentação deve seguir linhas de argumentação diferentes e isso será fundamental para a conexão com os participantes. Uma dica muito importante nesse primeiro item é saber o que não pode ser dito. Muitas empresas têm palavras “proibidas”, como o nome de um concorrente ou uma alusão a alguma marca que faça parte de um outro grupo. Conheça as regras.

2. Distribua o contato visual. é muito comum, em uma reunião, que o orador concentre a atenção em alguém com uma expressão mais simpática ou em quem tem o poder de decisão (a pessoa que vai aprovar ou não o projeto). Essa atitude não é recomendada, pois você acaba excluindo os outros participantes. Mesmo que você fique mais tranquilo quando olha dessa forma, é preciso lembrar que a apresentação é feita para a plateia e que isso acaba atrapalhando a conexão com as outras pessoas presentes.

Olhar para uma pessoa, além de desprezar os outros participantes também deixa a pessoa que é observada bastante constrangida. O ideal é olhar para todos os participantes, de maneira aleatória. Dessa forma você contempla a todos e consegue também fazer a “leitura” das pessoas, entendendo se estão interessadas ou não naqueles argumentos que você utiliza. É importante destacar que, mesmo tendo uma pessoa que decida, as outras que participam da reunião podem influenciar a decisão.

3. Utilize gestos adequados ao ambiente. Se você estiver em uma palestra (ou em uma apresentação para um grupo médio), em pé, você deve fazer gestos mais amplos para que todos os presentes consigam enxergar o que você enfatiza com as mãos. Quando em pé os gestos devem ficar acima da linha da cintura e abaixo da linha do queixo. Essa área é onde os gestos costumam ocorrer e passam naturalidade. Já se você estiver sentado (em uma reunião, por exemplo) você deve executar gestos mais curtos e contidos. Gestos amplos podem passar agressividade e acabam invadindo o espaço de quem está próximo a você.

Importante quando sentado é não deixar as mãos sob a mesa (parece que está escondendo algo e os gestos não são vistos) e cuidado para não deixar o cotovelo apoiado na mesa na hora de gesticular. Os gestos devem iniciar nos ombros e, com o antebraço apoiado, eles ficam estranhos, mais uma vez perdendo a naturalidade que é fundamental para uma boa apresentação. Atenção para não gesticular demais! Os gestos devem enfatizar a parte mais importante da sua frase.

4. Movimentação no ambiente. Quando estiver em pé, escolha três a quatro pontos no palco, onde possa se movimentar e ter acesso ao olhar de todos os presentes. Se fizer uma apresentação com auxílio de material visual (uma projeção com o PowerPoint por exemplo) evite ficar entre a tela e as pessoas.

Não faça a movimentação de um lado para o outro de maneira constante e evite passar na frente da tela. Caso seja em uma reunião (e você estiver sentado), busque um ângulo em que possa enxergar todas as pessoas e não fique girando a cadeira. Você deve ter uma postura firme e que demonstre credibilidade. Deixe a cadeira fixa e evite que ela fique balançando.

5. Deixe as mãos livres. Evite ficar segurando um papel na mão com os itens que você abordará. A tendência é que você fique olhando para o papel, pois todas as informações estarão lá (é a sua segurança!). Caso precise lembrar de alguns pontos, a dica é fazer um roteiro, contendo somente palavras-chave, e as letras em tamanho grande. Faça desta forma e deixe o papel pousado em algum lugar onde você poderá vê-lo de qualquer lugar do palco. Isso ajudará na condução do discurso e permitirá que gesticule da melhor maneira.

Outra tática muito comum (mas muito ruim também) é a ideia de ficar segurando uma caneta ou um clipe de papel na hora de apresentar. Antigamente até era uma boa tática, mas hoje, com o acesso à informação, quando alguém entra segurando uma caneta que não irá usar, todos saberão da tensão do apresentador. Caso realmente precise segurar algo para fazer uma apresentação melhor, a dica é investir em um apresentador de slides. Esse sim torna legítimo segurar algo durante a apresentação.

6 – Simplifique o material visual da apresentação: o apresentador é o personagem principal da apresentação. O material PowerPoint deve auxiliar o discurso e, de forma alguma deve substituí-lo. A prioridade na utilização dessa ferramenta é utilizar tópicos ou imagens para reforçar o seu conteúdo e é muito comum observar apresentadores colocando grandes textos no material visual.

Quanto mais conteúdo na tela, mais engessada fica apresentação e o apresentador perde a naturalidade. Quantas vezes você já assistiu a um discurso lido bom? Muito difícil de acontecer e isso também é comum quando o orador lê o que está na tela para a sua plateia. Vale destacar que o problema não está só na leitura, mas também na postura do apresentador, que vai precisar ficar de costas para o público (no mínimo de lado) para conseguir ler e dificilmente fará uma leitura com a entonação correta e dinâmica.

Lembre-se de que a plateia consegue ler mais rápido do que você, pois eles não precisam processar a fala na hora da leitura, o que torna a sua leitura completamente dispensável.

O que vale em uma apresentação é pensar nesses quesitos e entender que é muito difícil fazer uma apresentação perfeita, mas que uma apresentação com poucos ruídos é bem fácil quando se presta atenção aos detalhes. Aplique as 6 dicas e comece a perceber a diferença que elas farão no entendimento do público. Desejo muito sucesso e ótimas apresentações.

Por: Guilherme Miziara

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Inteligência emocional não nasce com você: veja como desenvolver essa habilidade

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